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terça-feira, 2 de setembro de 2014

"O senador Aécio Neves convoca cúpula tucana para redefinir estratégicas"


"O candidato Aécio Neves convoca cúpula tucana para redefinir estratégias"






- Matéria publicada pelo portal da Revista Veja: “Aécio convoca cúpula tucana para redefinir estratégias”, em que informa sobre coletiva organizada hoje pelo candidato e seu partido para esclarecer boatos que surgiram nos últimos dias a respeito da candidatura de Aécio e os rumos da campanha. Depois do desgaste provocado pelas declarações feitas pelo coordenador da campanha de Aécio Neves (PSDB), o senador José Agripino Maio (DEM), de que o tucano poderia apoiar a ex-senadora Marina Silva (PSB) no segundo turno, a cúpula tucana vai se reunir na tarde desta terça-feira em São Paulo para tentar conter boatos sobre o enfraquecimento da campanha do candidato. Os cardeais tucanos, incluindo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, discutirão os efeitos da manifestação do democrata sobre uma possível aliança com a candidata do PSB no segundo turno – e como rechaçar rumores como o de que Aécio poderia desistir de disputar o Palácio do Planalto. Além do episódio Agripino, a reunião do PSDB, convocada às pressas, vai discutir como alavancar a campanha de Aécio em São Paulo. Com patamar aquém do esperado também em Minas Gerais, onde foi governador por duas vezes e elegeu facilmente o sucessor, Aécio utilizará parte desta semana para traçar estratégias para tentar conter o crescimento das adversárias Marina Silva e Dilma Rousseff em território mineiro. Ele estará na próxima quinta-feira em atos políticos no Belo Horizonte e Uberlândia para motivar parlamentares e prefeitos tanto em favor de sua candidatura quanto em prol da campanha do ex-ministro Pimenta da Veiga, segundo colocado na disputa pelo governo. Originalmente, Aécio Neves cumpriria agenda em Brasília nesta terça em um “dia de senador”. Depois do desgaste com o episódio Agripino e com a constatação de que ele ainda não conseguiu encontrar um caminho para voltar a ser competitivo na disputa presidencial, Aécio decidiu discutir como adaptar a campanha ao novo momento político.

* Matéria publicada pelo perfil de Revista Veja

terça-feira, 19 de agosto de 2014

O candidato Aécio Neves volta ao Nordeste na quinta-feira


Aécio volta ao Nordeste na quinta-feira 



Aécio Neves cumpre agenda em Natal

O candidato à Presidência da República Aécio Neves (PSDB) vem a Natal na quinta-feira (21) para cumprir agenda política na capital potiguar. O candidato retoma as movimentações de campanha após o luto pela morte do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB).

A agenda de Aécio Neves ainda não está definida, mas a tendência é que seja mantida a programação do dia 13 de agosto, quando o candidato iria visitar a fábrica da Guararapes, em Extremoz, concederia entrevista coletiva na sede do PSDB, em Natal, e caminharia no bairro do Alecrim. 


Aécio Neves vem pela segunda vez a Natal em pouco mais de uma semana

A chegada de Aécio Neves ao aeroporto Governador Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, seja ao meio-dia, com o candidato seguindo a programação logo após o desembarque. Depois dos compromissos em Natal, ele seguirá para a Paraíba, onde continua com os compromissos de campanha.

Programação

12h50 – Visita à fábrica Guararapes, onde será recebido pelos empresários Nevaldo Rocha e Flávio Rocha (Rodovia RN-160, km 3 – Extremoz)
15h30 – Entrevista coletiva na sede do PSDB-RN (Rua Vereador Cícero Azevedo, nº 28 – Lagoa Seca, próximo ao Juvino Barreto)
16h30 – Caminhada no Bairro Alecrim e visita ao camelódromo (Saída na Avenida Amaro Barreto e chegada na Avenida Coronel Estevam)

terça-feira, 17 de junho de 2014

Aécio: "Não existe democracia sem imprensa livre"


terça-feira, 17 de junho de 2014

Aécio : " Não existe democracia sem imprensa livre "


Aecio na Associacao Paulista de Jornais 2São Paulo – O candidato à Presidência da República e presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, voltou a defender nesta segunda-feira (16) a liberdade de imprensa como fundamento principal da democracia. Para Aécio, a relação entre governo e imprensa pressupõe o respeito a liberdade de manifestação.

“Não existe democracia sem imprensa livre. E da nossa parte haverá absoluta defesa dessa liberdade. Já no campo de nossos adversários, volta e meia assistimos o retorno, mesmo que de forma velada, de ameaças a essa liberdade”, advertiu.

Aécio concedeu nesta segunda-feira (16) entrevista a representantes da Associação Paulista de Jornais (APJ), entidade que reúne 15 dos principais veículos impressos do estado, com circulação em 80% do território estadual.

Ao chegar ao evento promovido pela APJ, Aécio também criticou a estratégia petista de tentar dividir o país com o discurso do ódio. Aécio reforçou que o PSDB irá fazer uma campanha focada no futuro e no debate dos problemas nacionais, ao contrário do PT, que insiste em olhar o país pelo retrovisor da história.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Aécio cita Tancredo Neves : " A nação renasce porque está renascendo nos olhos dos moços"



Fonte: Folha de S.Paulo online

Link: 
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/aecioneves/2014/06/1470953-despedida.shtml

Despedida – Aécio Neves


Em respeito aos critérios anteriormente fixados pela Folha em função do período eleitoral, escrevo hoje a minha última coluna, em uma manhã de sábado em São Paulo. E me despeço manifestando, mais uma vez, o meu respeito pela atividade política.

Sei que corro o risco de ser mal interpretado, em um país em que, lamentavelmente, sobram motivos para o descrédito da ação política, mas a cada dia me convenço mais do acerto da decisão que tomei há 30 anos, quando entrei na vida pública. Poucas escolhas na vida nos permitem reunir ao mesmo tempo as razões do coração e da razão. Dizem que as pessoas que conseguem encontrar o dever e o prazer no mesmo lugar têm uma chance especial de encontrar a felicidade. E, apesar de todas as dificuldades, poder imprimir à vida um sentido no qual se acredita não deixa de ser uma oportunidade a ser celebrada.

Nunca tive dúvidas sobre a escolha que fiz, nem nas horas de dificuldades. Nunca as tive nos momentos de frustração quando fui confrontado com a impossibilidade de realizar tudo o que gostaria, nem nos momentos em que sou atacado de forma covarde por calúnias e difamações.

Vejo nisso apenas mais razões para continuar a minha caminhada e colaborar para a construção de um tempo em que a política tenha mais a ver com a verdade e com a realidade, e menos com a manipulação e com a hipocrisia. Acredito na política como instrumento de transformação da sociedade. Onde falta política sobra autoritarismo.

Fiz desta coluna um testemunho de meu compromisso com a política voltada ao bem comum e do meu compromisso com os brasileiros. Busquei refletir sobre o Brasil, consciente de que escrever para um jornal como a Folha é sonhar em voz alta. É falar para o Brasil. Nunca me omiti diante das grandes questões. Me expus ao crivo da opinião pública e saio fortalecido da experiência. E ainda mais convencido de que a arena pública deve estar sempre permeável ao debate.

Olho para o Brasil e vejo um país banhado por uma energia positiva que parece adormecida, mas que é essencialmente nossa. Alegria, esperança e confiança são um patrimônio coletivo da nossa nação. Não podemos perdê-lo.

"A nação renasce porque está renascendo nos olhos dos moços", escreveu meu avô Tancredo no discurso preparado para o dia de sua posse na Presidência e que o destino não permitiu que ele lesse. Ele falava daquela energia única, do "calor sagrado que torna as pátrias imperecíveis". Esta é a energia que me move.

Encerro a minha coluna surpreso com a velocidade com que o tempo tem passado. Foram três anos. Meu agradecimento à Folha pelo convite. A você, meu agradecimento pela companhia, meu abraço e desejo de que o tempo seja generoso com cada um dos nossos sonhos.

Aécio Neves é senador pelo PSDB-MG. Foi governador de Minas Gerais entre 2003 e 2010. É formado em economia pela PUC-MG. Escreve às segundas-feiras.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Senador Aécio Neves diz concordar com o marqueteiro do PT quando ele diz que "A coisa está feia"


Aécio diz concordar com o marqueteiro do PT quando ele diz que " A coisa está feia"




Aécio diz concordar com Santana: “a coisa está feia”

Presidenciável pelo PSDB afirma que concorda com o "marqueteiro-mor" do governo, que segundo o colunista Bernardo Mello Franco, apresentou pesquisas mostrando um cenário de alerta para a campanha da presidente Dilma Rousseff; "Concordo com o marqueteiro-mor do governo João Santana. A coisa está realmente feia para o governo, mas deveria ter percebido isso lá atrás", disparou Aécio Neves nesta quarta-feira; segundo o tucano, "o governo vem se equivocando em cada medida autoritária que toma"; sentimento é de que "já deu", diz

247 – O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, disse concordar com o marqueteiro da campanha da presidente Dilma Rousseff à reeleição, João Santana. Segundo o colunista Bernardo Mello Franco, Santana deixou a equipe de campanha do PT em alerta ao apresentar pesquisas mostrando que caiu a confiança do eleitor na capacidade do governo para promover mudanças
"Concordo com o marqueteiro-mor do governo João Santana. A coisa está realmente feia para o governo, mas deveria ter percebido isso lá atrás, quando aparelharam de forma irresponsável a máquina pública, desqualificando a gestão pública, permitindo que os maus feitos pudessem avançar por todas as áreas do governo, em especial pelas nossas empresas públicas, como acontece com a Petrobras", disse o senador.

Na avaliação de Aécio Neves, "o governo vem se equivocando em cada medida autoritária que toma, a cada intervenção que faz em setores da economia". O parlamentar voltou a dizer que tem percebido o sentimento de que o povo quer mudança. "O sentimento que já deu, ninguém aguenta mais o que está existindo no Brasil. E nós seremos a alternativa responsável, com experiência, com quadros e corajosa para fazer as mudanças que o Brasil espera".


Aécio recebeu hoje o apoio de quatro partidos nanicos à sua campanha. PMN, PTdoB, PTC e PTN, que, juntos, não acrescentam um minuto na propaganda eleitoral do PSDB, formalizaram apoio ao tucano. "Estou imensamente feliz de poder receber aqui o apoio de alguns outros partidos que se somam a nós nessa caminhada para restabelecer a ética e a eficiência na gestão pública. Vamos aguardar ainda, nas próximas semanas, porque outras novidades podem vir", celebrou Aécio.
Brasil247

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Aécio Neves líder da oposição critica correção da tabela do IR e classifica Petrobrás como 'barril de negócios suspeitos'





Fonte: Paraíba.com
Data: 01/05/2014

Aécio critica correção da tabela do IR e classifica Petrobras como ‘barril de negócios suspeitos’ | PARAÍBA.com.br



01/05/2014 | 12h53min

Foto: Mario Ângelo/01.05.2014/Estadão ConteúdoAécio disse que reajuste no Bolsa Família deveria ser maior para estar acima da linha da pobreza

O presidente do PSDB e possível candidato do partido ao Palácio do Planalto em 2014, senador Aécio Neves (MG), criticou nessa quinta-feira (1º) a correção de 4,5% da tabela do Imposto de Renda e o reajuste de 10% do programa Bolsa Família, anunciados pela presidente Dilma Rousseff ontem em rede nacional de rádio e televisão.

Durante evento da Força Sindical para comemorar o Dia do Trabalho, na zona norte de São Paulo, o tucano disse que a mudança na tributação da renda do brasileiro, que, na prática, isenta mais pessoas da mordida do Leão, “não atende aos índices inflacionários, que chega a 6%”. Sobre o Bolsa Família, Aécio disse que Dilma mentiu aos brasileiros.

— A presidente mente aos brasileiros ao afirmar que o reajuste de 10% no Bolsa Família permite que a remuneração atinja o patamar mínimo estabelecido pela ONU de US$ 25 por dia para estar acima da linha da pobreza. Para que isso fosse verdade, o reajuste deveria ser de R$ 83 e não R$ 77 como ela propõe.

O tucano também disparou contra Dilma quanto ao assunto Petrobras, que ele classificou como um “grande barril de negócios suspeitos”.

— A presidente acha que o responsável pela crise da Petrobras é a oposição e não aqueles que a transformaram num grande barril de negócios suspeitos.

Em tom de campanha e aproveitando os milhares de trabalhadores presentes na festa da Força Sindical, Aécio também acusou a presidente da República de fazer propaganda política antecipada por meio do pronunciamento feito ontem em rede nacional.

— A Presidente da República protagonizou ontem um momento patético da vida pública brasileira. Ela usou um instrumento de Estado, a rede publica de radio e televisão, para fazer propaganda politica e atacar adversários. O sentimento de mudança da maioria da população não inclui a permanecia da presidente no governo.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Aécio pede em congresso de prefeitos, maior autonomia para os municípios




O senador Aécio Neves (PSDB-MG) esteve em Santos, nesta quinta-feira (4/04), onde falou sobre a Federação brasileira durante o 57º Congresso Paulista de Municípios. O senador participou do evento atendendo a convite do governador Geraldo Alckmin.


Também estavam presentes o presidente da Associação Paulista de Municípios, Celso Giglio, que organizou o evento, o prefeito de Santos, Paulo Barbosa, e o presidente do PSDB-SP, deputado estadual Pedro Tobias.

Aécio Neves foi a Santos acompanhado dos deputados federais Duarte Nogueira, Vanderlei Macris e Bruno Araújo. Na chegada ao Congresso, o senador e o governador foram recebidos com euforia pelo público, prefeitos, vereadores e secretários municipais.

Veja abaixo os principais trechos do discurso do senador Aécio Neves:

Federação

“A razão maior de muitas mazelas que vivemos hoje no Brasil em absolutamente todas as áreas, seja na saúde, na educação, na segurança pública e em tantas outras, existem exatamente em razão da fragilização da Federação, algo que ocorre ciclicamente desde a proclamação da República”.

“A tese do municipalismo é a tese da responsabilidade. É a tese daqueles que querem viver em uma Federação, e não em um Estado unitário. Rui Barbosa dizia que era o Império caíra não por ser Império, mas por não ser federalista, não ter uma visão ampla e universal do que é o Brasil. Quanto mais descentralizado, mais bem gasto é o recurso, pois ele é fiscalizado mais de perto pela população. Quando mais centralizado, maior é o desperdício, para não dizer que maiores também são os desvios”.

“Não há nada mais urgente hoje no Brasil que refundarmos a Federação. Hoje, recaem sobre as costas, sobre as responsabilidades municipais, encargos cada vez mais vultuosos e expressivos, enquanto não há garantia sequer de que os municípios receberão as receitas previamente programas, seja em razão da queda da participação, a partir das desonerações, de IPI e Imposto de renda, seja por inúmeros outros fatores”.

Contribuições x impostos compartilhados

“Quando cheguei à Constituinte, ao lado do governador Geraldo Alckmin, as contribuições, que são impostos arrecadados exclusivamente pelo governo central, sem que sejam divisíveis com estados e municípios, representavam não mais que 20% de tudo que se arrecadava com IPI e Imposto de Renda, os impostos que compõem a cesta a ser compartilhada com estados e municípios. Passaram-se os anos, as contribuições foram crescendo. Em razão de inúmeras desonerações e outros fatores conjunturais, IPI e Imposto de Renda foram perdendo proporcionalmente peso na arrecadação. Hoje o que se arrecada com contribuições e Imposto de Renda mais ou menos se equivale”.

“Existe proposta de minha autoria tramitando já há dois anos no Senado que não impede o governo federal de fazer determinadas isenções para setores da economia que julgue adequadas. Mas não pode continuar fazendo essas bondades setoriais com o chapéu dos municípios e dos estados. Isso virou regra no atual governo e não apenas uma exceção”.

Pacto Federativo no Congresso Nacional

“Vivemos quase em um Estado unitário. E registro como senador da República, todas as iniciativas no Congresso Nacional que têm buscado recuperar receitas, recursos diretos aos municípios e aos estados, não têm encontrado em boa parte do Congresso e por parte do governo federal a acolhida que precisaríamos ter”.

“Há poucas semanas, o próprio governador Alckmin esteve em Brasília fazendo a mesma proposta que o PSDB e outros atores da política brasileira vêm fazendo. Todas as questões que tenham a ver com a Federação, renegociação de dívida dos estados, discussão sobre royalties, novas regras de tributação de ICMS, a Lei Kandir, a legislação de comércio eletrônico, as novas regras do FPE, deveriam estar sendo discutidas de forma coordenada pelo governo federal, para que eventuais perdas pudessem ter compensação”.

Miséria

“Não acho que um país sério possa achar razoável que se possa acabar com a miséria por decreto. Um país com tantas carências de saneamento, de educação de qualidade, de saúde básica, não pode se dar a esse luxo”.

Saúde

“É difícil encontrar um município, sabem os prefeitos, que invista menos que 20%, 25% de, suas receitas em saúde, porque a omissão do governo é grave. Há 10 anos, o governo federal participava com 46% de tudo que se investia em saúde pública no Brasil. Hoje, o governo federal participa com 36% apenas. E essa conta ficou para municípios e estados. Já que os municípios participam constitucionalmente com 15% de seus recursos em saúde, os estados com 12%, que a União participasse com 10%. Não conseguimos ter êxito.”

Saneamento

“Em saneamento, em 2012, mais uma vez as empresas de saneamento do Brasil inteiro somadas gastaram mais em pagamento de impostos do que em obras de saneamento. E hoje mais de 50% da população brasileira vive sem saneamento adequado. Nada mais razoável do que fazer o que foi prometido na campanha eleitoral: desonerar as empresas de saneamento do PIS/Cofins para que elas possam diretamente definir suas prioridades e fazer os investimentos que, obviamente, ocorrem nos municípios”.

“Mas a lógica do governo tem sido não irrigar diretamente estados e municípios e, na outra ponta, oferecer convênios ou parcerias, muitas delas difíceis de se concretizar. O governo prefere o caminho da dependência permanente”.

Segurança Pública

“Segurança pública é tema que não é mais exclusividade das grandes cidades, porque hoje se alastra com a questão da droga, em especial do crack, por todos os municípios brasileiros. São Paulo tem, a partir da ação do governador Geraldo Alckmin, uma política exemplar nessa direção”.

“Ouço muita propaganda sobre a participação do governo federal nessas questões. Talvez eu surpreenda ao dizer que, no ano passado, 87% de tudo que se gastou em segurança pública no Brasil, vieram de municípios ou estados. O governo federal não executou sequer 24% do orçamento aprovado – não digo de um recurso ilusório, que não existia. No orçamento aprovado pelo Congresso no exercício de 2012, foi de 24% a execução na área de segurança”.

“Apresentamos proposta que garante a transferência de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública e do Fundo de Segurança mensalmente por estados da federação por critérios republicanos, como população comparada aos índices de criminalidade. Para que o governador possa saber com que parcela de recursos da União ele conta e possa fazer as transferências para os municípios”.
http://blog.psdb-mg.org.br/blog/2013/04/04/aecio-defende-municipios-em-encontro-com-prefeitos-em-sao-paulo/

quarta-feira, 20 de março de 2013

Aécio diz que apoio de Serra chegará em momento oportuno






Aécio diz que apoio de Serra chegará em 'momento oportuno"
GABRIELA GUERREIRO
NATUZA NERY
DE BRASÍLIA
DANIELA LIMA
Folha de São Paulo

A menos de um mês e meio de sua convenção geral --festa programada para selar a liderança do senador Aécio Neves (MG) no comando do PSDB--, o partido ainda não conseguiu superar a divisão interna. Mas o mineiro diz: "Teremos o apoio de [José] Serra no momento oportuno".

Virtual candidato tucano à Presidência da República, Aécio precisou agir nos últimos dois dias contra rumores de que a resistência a seu nome para a presidência da sigla vinha também do gabinete do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.


Anteontem, o senador tucano reuniu-se por três horas com José Serra em São Paulo. Ontem, recebeu o governador em seu gabinete no Senado e dele obteve uma indicação de apoio político.

Alckmin comprometeu-se a acompanhá-lo no encerramento de um congresso do partido na capital paulista, estreia do mineiro com a militância do Estado. Havia dúvidas sobre a presença do governador --ele chegou a sugerir que o ato fosse adiado.

Semana passada, Alckmin esteve em um jantar na casa de Aécio em Brasília, onde disse que o colega não precisaria ser presidente da sigla para ser presidenciável.

A declaração preocupou aliados de Aécio. Na visão desse grupo, a resistência de Serra, sozinha, não abalaria o projeto político do senador dentro do partido. Entretanto, uma divergência com o governador de São Paulo poderia comprometer os planos.

Ontem, Alckmin não só confirmou presença no congresso como disse que chegará ao local com Aécio, o que foi visto como sinal de trégua por aliados do mineiro.



Alan Marques - 8.nov.2000/Folhapress
Senador Aécio Neves (PSDB-MG) faz discurso em que enumera 13 pontos negativos sobre os 10 anos que o PT esteve na Presidência

UNIDADE PARTIDÁRIA

A convenção nacional do PSDB está marcada para 19 de maio. Construir a unidade partidária tem sido a principal agenda de Aécio. Sem isso, o impulso para sua candidatura perderia embalo.

Aécio e Alckmin deixaram o encontro de ontem afirmando que, até maio, vão achar uma saída para eleger uma "boa direção partidária".

Foi uma referência ao pleito de alguns tucanos de São Paulo que temem uma hegemonia do mineiro. Eles defendem que Aécio ceda cargos estratégicos a aliados de Alckmin e Serra, teoria abraçada pelo governador paulista.

Alckmin tem evitado polemizar com Serra num momento em que não pode desprezar suporte político para reelegê-lo ao Palácio dos Bandeirantes em 2014.

Foram os sinais enviados pelo governador que levaram Aécio ao encontro com Serra na segunda-feira. Segundo aliados de ambos, a conversa terminou inconclusa.

"Serra, temos algo que nos une: o espírito público e o objetivo de tirar o PT do governo", disse o senador no encontro. "Não quero você como aliado, quero você como protagonista."

Serra teria ouvido Aécio sem fazer muitas ponderações. Disse que não poderia ser considerado obstáculo à unidade do partido, pois há anos não é ouvido pela cúpula do PSDB. Os dois encerraram o papo com o compromisso de que voltarão a conversar em duas semanas.

Ontem, Aécio desmentiu a versão de que Serra estaria cobrando cargos na cúpula da sigla para apoiá-lo. Serra havia manifestado irritação com esses rumores.
Fonte : Folha.uol.com.br

sexta-feira, 1 de março de 2013

Aécio critica o baixo desempenho do PIB do Brasil




Declaração senador Aécio Neves (PSDB-MG) – resultado do PIB 2012


Assunto: Resultado do PIB 2012 divulgado esta manhã pelo IBGE (01/03)

"Se o governo Dilma não optasse pelo irrealismo e pela auto-enganação, o país talvez tivesse se livrado do mau resultado do PIB anunciado há pouco pelo IBGE. Tivesse o governo do PT tomado melhor pé da situação já no decorrer de 2012, é possível que nossa economia não tivesse tido desempenho tão negativo quanto o crescimento de 0,9% conhecido nesta manhã. Tempo perdido não se recupera.

Os números oficiais de 2012 consolidam algumas tristes constatações sobre o desempenho da economia brasileira. Crescemos muito menos que o resto do mundo, nossos setores mais dinâmicos, como a indústria, vão de mal a pior e a perspectiva futura, apontada pela nova baixa na taxa de investimentos, não é das melhores.

São diagnósticos que vimos apresentando ao longo dos últimos meses, mas aos quais a gestão da presidente Dilma Rousseff contrapôs-se com previsões tão otimistas quanto irrealistas. O resultado oficial do IBGE mostra que estávamos certos, infelizmente.

Destaque-se que, na prática, a economia brasileira simplesmente não cresceu no ano passado, uma vez que o PIB per capita estagnou. Num ano em que a média de crescimento mundial foi o dobro da brasileira e a de muitos países, incluindo os latino-americanos, foi bem maior que a nossa, uma conclusão se impõe: o problema está aqui dentro. Estamos no rumo errado."

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Os 13 ataques de Aécio ao PT




Os 13 ataques de Aécio ao PT


1 - "Tivemos um biênio perdido com o PIB per capita avançando o minúsculo 1%."

2 - "[Tivemos] o PAC da propaganda e do marketing. O crítico problema da infraestrutura permanece absolutamente intocado."

3 - "A indústria [está] sucateada. O setor não tem gerado empregos e, agora, começa a desempregar."

4 - "O PT jamais valorizou a estabilidade da moeda. Na oposição, combateu ferozmente o Plano Real."

5 - "A má gestão econômica obrigou o PT a malabarismos contábeis que estão jogando por terra a credibilidade fiscal conquistada pelo país."

6 - "Destaco a destruição do patrimônio nacional, a derrocada da Petrobras e o desmonte das estatais."

7 - "Chamo a atenção para aquilo que chamo de o eterno país do futuro. Do mito da autossuficiência e a implosão do etanol."

8 - "[Destaco] a absoluta ausência de planejamento e o iminente risco de apagão."

9 - "Quero citar o desmantelamento da federação, os interesses do país subjugados a um projeto de poder."

10 - "Refiro-me à a insegurança pública e o flagelo das drogas."

11 - "[Destaco] o descaso na saúde e a frustração na educação."

12 - "Setores do PT estimulam a intolerância como instrumento de ação política."

13 - "[Setores do petismo têm] complacência com práticas que afrontam a consciência ética do país."

Folha de São Paulo

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

PSDB se prepara para lançar Aécio Neves


blog Drops Misto


FHC lançará nome de Aécio à Presidência em evento na capital

Amália Goulart - Do Hoje em Dia

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) dará a largada extraoficial pela campanha tucana à Presidência da República, em 2014, tendo o senador Aécio Neves como potencial candidato. O PSDB mineiro organiza uma série de debates sobre temas como economia e infraestrutura para alavancar a empreitada do tucano mineiro.

Fernando Henrique desembarca em Belo Horizonte após o Carnaval, no dia 25 deste mês. Fará, no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), uma palestra sobre os rumos do Brasil no século 21. “Ele vai apresentar desafios, ameaças e potencialidades para o Brasil”, resumiu o deputado federal tucano Marcus Pestana, principal expoente da candidatura do senador mineiro.

Segundo ele, a cada mês a legenda estadual trará especialistas e políticos para ministrar palestras. Em março, será a vez do governador do Pará, Simão Jatene. Ele discursará sobre desenvolvimento regional e sustentabilidade ambiental na Amazônia.

Edição

Nos bastidores, especula-se que, as palestras poderão ser compiladas em um livro-base para a campanha presidencial. “Queremos abordar temas como energia, educação, saúde, segurança pública e a questão da economia”, afirmou Pestana.

Na prática, as palestras do PSDB servirão de palanque para que Aécio se posicione frente à presidente Dilma Rousseff (PT), adversária na corrida presidencial. Também farão consolidar dentro do próprio PSDB o nome de Aécio Neves. Por isso, o convite a Fernando Henrique Cardoso, dizem aliados.

Estado

O PSDB também se prepara para disputar o governo de Minas Gerais. Nos bastidores, existe a possibilidade de o partido lançar o nome do vice-governador, Alberto Pinto Coelho (PP), para o Palácio da Liberdade. O pepista deverá enfrentar o ministro Fernando Pimentel, nome favorito, até agora, dentro do PT.

Fontes ligadas ao partido garantem que não existe a possibilidade de trabalhar o nome do atual prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB). Partidos aliados ao socialista reclamam da condução de Lacerda no preenchimento de cargos de primeiro escalão na administração municipal. Ele não estaria cumprindo acordos de campanha.

Alguns dos aliados foram reclamar no Palácio Tiradentes ao governador Antonio Anastasia (PSDB). Em virtude do mal- estar, o governador Anastasia estaria estudando a possibilidade de uma pequena reforma nos quadros estaduais após as nomeações de Marcio Lacerda. Ele contemplaria aliados que eventualmente não sairão satisfeitos das negociações com o prefeito da capital. Seriam cargos de segundo e terceiro escalões.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Aécio Neves denuncia posição maniqueísta de Dilma




Fonte: Folha de S.Paulo - 28/01/2013 - Coluna de Aécio Neves
Link para assinantes: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/90938-ausencia-de-limites.shtml

Ausência de limites


Aécio Neves

A redemocratização brasileira nos deixou um importante legado: a certeza de que a democracia é mais que um voto depositado nas urnas. Ela se baseia na garantia das liberdades e num rigoroso respeito às leis. Assim, não é possível fechar os olhos para o viés autoritário que ganha substância no governo petista.

A governança por medidas provisórias, a profunda subordinação do Congresso, a forma como foram promovidas as mudança de marcos regulatórios, a ausência de diálogo e as diversas tentativas de "regulamentar" a mídia são algumas das expressões dessa perigosa tendência.

Mas a fala da presidente da República e a lamentável utilização da rede nacional de rádio e TV para, entre outras coisas, desqualificar os brasileiros críticos ao seu governo é, certamente, a mais evidente delas. Não se sabe se incomodada pela pressão das articulações que gostariam de ver o ex-presidente Lula candidato ou com a simples motivação de tirar o foco dos fracassos acumulados, constatados pelo pífio resultado da economia, a presidente resolveu antecipar o debate eleitoral.

É nesta posição que ela se permitiu propagar aos brasileiros a visão maniqueísta de uma nação dividida ao meio, na qual os que amam o Brasil são otimistas e estão com o governo enquanto que os que não querem o bem do país, os "do contra", os pessimistas, estão na oposição.

Essa é uma postura que agride a diferentes gerações de democratas. É impossível não revisitar, com ironia, a gênese petista do "quanto pior melhor". Ou voltar no tempo para lembrar o nacionalismo canhestro dos governos militares que buscava confundir governo com nação, transformando a crítica em ato impatriótico e que agora ganha estranha atualidade.

O conteúdo do pronunciamento foi atípico e agressivo.

Na parte dedicada à energia, de forma desleal, o texto transformou os que apenas defenderam um outro caminho para a diminuição da conta de luz -no caso a redução de tributos federais- em adversários da ideia. Para a construção do falso raciocínio, sonegou ao país até mesmo a informação de que empresas estaduais criticadas aderiram à proposta do governo nas áreas de transmissão e distribuição.

E, por ironia, são justamente os Estados governados pelo PSDB que, sem alarde, oferecem há muitos anos as maiores isenções de ICMS na conta de luz... O pronunciamento da presidente tem vários significados. Nenhum deles é bom para a democracia, patrimônio de todos brasileiros.

PS - É impossível encerrar a coluna sem expressar o meu mais profundo sentimento pela dor das famílias de Santa Maria, dor que é de todos nós brasileiros.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna


segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Aécio Neves denuncia a falta de uma política social que emancipe a população mais pobre



Fonte: Folha de S.Paulo - 03/12/2012 - Coluna de Aécio Neves
Link para assinantes: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/81528-carencias-sociais.shtml

Carências Sociais


Aécio Neves

A "Síntese de Indicadores Sociais 2012" (SIS), publicada pelo IBGE, ajuda a entender o tamanho dos desafios do Brasil do nosso tempo. No estudo, um amplo conjunto de informações demonstra que a pobreza não pode continuar sendo definida apenas pelo valor da renda dos brasileiros, como a dimensionamos nos últimos anos e ainda hoje.

O país permanece com um quadro grave de carências diversas. Uma delas é o acesso aos serviços básicos de esgoto, coleta de lixo, iluminação elétrica e água tratada. Em 2011, a proporção de pessoas sem acesso aos serviços básicos era de 32%, ou seja, um em cada três brasileiros.

A população com atraso educacional é de 31%, e sem acesso à seguridade social, de 21%. Cerca de sete milhões de pessoas ainda vivem em domicílio precário. Nas regiões menos desenvolvidas, a situação piora muito: 65% dos moradores do Norte e 48% do Nordeste têm carência de serviços básicos.

Considerando-se todas as carências avaliadas, verificou-se que 58% dos brasileiros apresentaram ao menos uma delas.

O grande mérito dessa pesquisa é chamar a atenção para a pobreza sob a perspectiva dos direitos e garantias indispensáveis para o exercício da dignidade humana.

Dentre os fatores que melhoraram a renda na última década, a SIS 2012 coloca a expansão das ações de transferência direta para os mais pobres, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), cujas bases e início ocorreram sob a gestão reformadora do ex-presidente Fernando Henrique.

São iniciativas fundamentais na nossa realidade, mas está demonstrado que são insuficientes para fazer a travessia dos brasileiros para um novo patamar. Elas precisam ser mantidas e ampliadas, mas também somarem-se a outras políticas de Estado que enfrentem os problemas estruturais.

O estudo traz argumentos que apoiam as reflexões propostas pela oposição nos últimos anos: a pobreza precisa ser compreendida também na sua dimensão de privação de oportunidades, direitos e serviços.

O país precisa de políticas sociais que garantam à população atendida o direito de se emancipar. Não podemos nos contentar apenas com a perpetuação da tutela do Estado, que tem prevalecido no atual ciclo de governo. Em respeito a esses brasileiros, precisamos avançar além do processo de gestão diária da pobreza.

As informações do IBGE reforçam, portanto, àqueles que há muito tempo propõem novo dimensionamento, com o necessário realismo, do que precisa ser feito para superação da desigualdade e da pobreza.

Como se constata, a questão não se reduz ao mero enfrentamento político ou a peça de combate da oposição. É o Brasil real, que não frequenta a propaganda e o ufanismo oficial.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Aécio deve comandar o PSDB em 2013

Senador Aécio Neves 




Ala mineira lança senador para a presidência da sigla; ele só não assume se optar por indicar aliado de estreita confiança

Ideia é antecipar a exposição nacional do principal nome tucano para a eleição presidencial de 2014

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) deve assumir o comando nacional do PSDB a partir do ano que vem. Seu nome foi lançado formalmente ao posto por dirigentes da ala mineira do partido e, mesmo aliados de José Serra, seu adversário interno, admitem que, se Aécio quiser, será presidente do PSDB.


O senador é a principal aposta dos tucanos para disputar a Presidência da República em 2014. A ideia é usar o espaço institucional que ele teria como presidente da sigla para antecipar sua apresentação, especialmente nas regiões Norte e Nordeste.

Como comandante do PSDB, Aécio poderá usar 40 propagandas semestrais na TV a que o partido tem direito para divulgar suas plataformas.

Procurado, Aécio não negou a articulação. Disse, via assessoria, que não está "pleiteando" a presidência do PSDB, mas que não "tomará nenhuma decisão sem antes consultar FHC, Sérgio Guerra, o governador Geraldo Alckmin [SP] e José Serra".

O tucano só não ficará com o cargo se optar por emplacar um aliado de sua estrita confiança, que seguisse suas orientações. Segundo alguns tucanos, com essa composição Aécio teria mais flexibilidade para tocar as negociações por alianças em 2014

A articulação para emplacar o senador mineiro no comando da sigla tem o apoio do atual presidente da sigla, deputado Sérgio Guerra, e foi oficializada pelo presidente do PSDB em Minas Gerais, deputado Marcus Pestana.

"Se depender de mim, Aécio será meu sucessor", disse Guerra à Folha ontem.

Em artigo publicado anteontem no jornal mineiro "O Tempo", Pestana defendeu que o partido realize um congresso nacional no primeiro semestre do ano que vem para redefinir seu programa -parte da agenda de "renovação" pregada pela sigla.

"Poderíamos culminar na convenção nacional com a eleição de Aécio Neves para a presidência nacional do partido, apontando claramente, sem nenhuma ambiguidade, que o PSDB travará o bom combate em 2014", diz o deputado, no fim do texto.

Em outubro, Pestana sugeriu em texto entregue a Sérgio e ao ex-presidente FHC, diretrizes para a realização do congresso tucano, mas não mencionou a condução de Aécio à chefia da sigla.

ALA PAULISTA
Nesse texto, Pestana sugere que o partido promova encontros estaduais e municipais para redefinir sua bandeira. A propostas é muito semelhante às apresentadas, este mês, por duas alas do PSDB paulista. Todos os documentos defendem a "renovação" do partido e atualização de suas propostas após os debates com as bases.

Em São Paulo, a pauta da renovação no PSDB ganhou força após a derrota de Serra na disputa à prefeitura este ano. Aécio pregava a "refundação" da sigla desde a derrota do rival para a presidente Dilma Rousseff, em 2010.

Se em 2010 Serra saiu enfraquecido da eleição, o naufrágio deste ano lhe tirou ainda mais fôlego. Nos bastidores, serristas defendem, que o melhor seria buscar uma composição com Aécio. Mas não sabem se Serra faria isso.

"É cedo para falar em sucessão, mas não há nada a se estranhar. Aécio é um nome de exposição nacional, que poderia vir a ser [presidente da sigla]", disse o ex-governador Alberto Goldman, do grupo de Serra.

Frases

"[Não vou] tomar nenhuma decisão sem antes consultar FHC, Sérgio Guerra, o governador Geraldo Alckmin e José Serra"
AÉCIO NEVES - senador pelo PSDB

"Se depender de mim, Aécio será meu sucessor"
SÉRGIO GUERRA - deputado e presidente do PSDB

"É cedo para falar em sucessão, mas não há nada a se estranhar. Aécio é um nome de exposição nacional, que poderia vir a ser presidente"
ALBERTO GOLDMAN - ex-governador (PSDB-SP)

Aecio Neves : Facebook
Drops Misto

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Aécio consegue no Senado financiamento para Minas



Aécio Neves (PSDB-MG) durante reunião na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. Foto George Gianni / PSDB

senador Aécio Neves (PSDB-MG) conseguiu, nesta quarta-feira (7/11), a aprovação pelo Senado de mais um empréstimo ao Governo de Minas. O governo estadual irá captar € 300 milhões com a Agência Francesa de Desenvolvimento. Além de articular a aprovação em plenário e na Comissão de Assuntos Econômicos, o senador conseguiu que o empréstimo tramitasse em “urgência urgentíssima”, o que acelerou sua aprovação.

O financiamento visa ao pagamento de dívidas do governo estadual com a Cemig, após renegociação que permitirá condições de pagamento mais vantajosas para o Estado. Na última semana, outros dois empréstimos no valor de US$ 1,75 bilhão, com o mesmo objetivo, já haviam sido aprovados por intermédio do senador Aécio.

Aécio Neves destacou a importância dos financiamentos externos para a ampliação da capacidade de investimentos e criticou a omissão do governo federal na execução dos investimentos públicos.

“Conseguimos aprovar o financiamento para Minas Gerais, essenciais a investimentos de desenvolvimento da infraestrutura do Estado. Temos percebido com clareza que os estados federados têm ocupado uma lacuna no momento em que o governo federal, por razões diversas, não conseguem avançar nos investimentos públicos. Tem sido exatamente a capacidade renovada de endividamento dos estados a garantia para que não tenhamos crescimento ainda pior, não tenhamos tido um crescimento ainda menor que o que vamos ter”, afirmou Aécio Neves.

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terça-feira, 30 de outubro de 2012

Aécio diz que derrota de Serra não diminui o papel do PSDB


Fonte: O Estado de S.Paulo - 30/10/2012 - Entrevista com Aécio Neves - Chamada na Primeira Página
Link para assinantes: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,derrota-de-serra-nao-diminui-papel-do-psdb-,953125,0.htm?p=1

'Derrota de Serra não diminui papel do PSDB'


senador e presidenciável afirma que a influência de Lula e Dilma nas eleições já não existe como se imaginava
30 de outubro de 2012 | 2h 03 - JULIA DUAILIBI - O Estado de S.Paulo

Para o presidenciável do PSDB, senador Aécio Neves (MG), o resultado dessa eleição mostrou que a influência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidente Dilma Rousseff "não existe mais do modo que a gente imaginava". Aécio, no entanto, minimiza o impacto para o PSDB da derrota de José Serra em São Paulo: "Essa foi uma candidatura que nunca foi simples, nunca foi fácil".

O tucano destaca o desempenho do PSDB no Norte e Nordeste e tece elogios à aliança com o PSB. Aécio vê um "antagonismo" entre PT e PSB nas cidades onde disputaram eleição, que não deve ser superado em 2014. Leia abaixo a entrevista.



Qual avaliação o sr. faz da derrota do PSDB em São Paulo?

Numa eleição em que 50 cidades estavam em jogo, não dá para avaliar uma. É uma derrota que tem repercussão, mas ressalto que Serra foi candidato porque o partido quis que fosse, para fazer justiça a ele. Serra não brigou para ser candidato. É claro que não foi bom perder, mas, no geral, nessa eleição não teve um grande derrotado. No nosso caso, nos saímos de forma muito vigorosa no Nordeste e no Norte, de onde havíamos sido dizimados nas últimas eleições.

O PSDB precisa se renovar?

Há figuras novas que já surgiram: o Eduardo (Leite), que ganhou em Pelotas, o menino de Blumenau (Napoleão Bernardes), Firmino (Filho, em Teresina), Maceió (com Rui Palmeira). Tem uma geração nova se afirmando.

O partido errou ao não arriscar um nome novo em São Paulo?

O momento em que o Serra resolveu ser candidato ele fez por um apelo do partido. E parecia a candidatura mais sólida. Enfim, perdeu. Ele vai ser uma figura que terá sempre um papel importante nas decisões do PSDB. Isso (a derrota) não diminui o papel do PSDB. Essa foi uma candidatura que nunca foi simples, nunca foi fácil.

O desempenho do PSDB em Estados importantes, como São Paulo, ficou abaixo do esperado.
Nas últimas eleições presidenciais, ganhamos nos três Estados do Sul e do Centro-oeste. No Sudeste, nenhum outro partido tem uma situação mais sólida que o PSDB, com o governo de Minas e o de São Paulo. O PSDB, em relação a um cenário de seis, oito meses atrás, teve resultado muito além do que a gente poderia imaginar.

Há setores do PSDB paulista que defendem uma aliança em 2014 com o PSB, de Eduardo Campos (PE), na cabeça de chapa em troca do apoio à reeleição do governador Geraldo Alckmin.

O PSDB é a única força de oposição para se apresentar como uma alternativa. Problema quem tem hoje é o governo, para manter a base unida. Vamos apresentar um projeto alternativo e atrair ao longo do caminho forças que estão hoje com o governo. As alianças que fizemos com o PSB, que brinquei que votei mais 40 que 45, criam lógicas locais. Pega Campinas, Fortaleza, a cidade se divide em dois grupos. Então, amanhã, é difícil que os grupos se aliem. Vai todo mundo para uma candidatura do PT? É difícil. Fizemos alianças importantes com o PSB, e, mesmo que amanhã o PSB esteja com o PT, e hoje é o caminho mais natural, nessas praças vai haver sempre um antagonismo, com tendência do eleitorado que não é PT ficar com outra alternativa. A eleição do ACM Neto (Salvador), do Arthur Virgílio (Manaus), pelo fato de Lula ter ido, de Dilma ter ido muito agressiva, mostra que essa influência, do modo como a gente achava que existia, não existe mais. Tem um País aberto para uma proposta nova.

O PSDB deve definir logo o presidenciável. Serra é um nome?

Não tem que antecipar. Ninguém é candidato dois anos antes de uma eleição. Acho que o momento é a virada de 2014.

Qual espaço Serra terá?

Não sei nem se ele pretende objetivamente algo. Ele vai ser sempre uma figura central no PSDB. Não dá para desprezar os votos que ele teve. Não dá para desprezar o que representa, mesmo que tenha perdido a eleição.

O sr. acha que ele pode ocupar a presidência do PSDB?

Não pensei nisso. Nem sei se ele quer isso.


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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Aécio Neves líder da oposição e líder de alianças bem sucedidas


Aécio Neves: de líder da oposição a líder aliancista 








Aécio Neves entrou como líder da oposição nas disputas municipais deste ano e saiu como o grande líder do maior arco de aliança partidária já vista na história política brasileira pós-ditadura militar. Suas ideias e propostas para abrir uma alternativa nova frente à má gestão pública do governo federal – leia-se PT - se solidificaram para que o Brasil comece um novo debate a partir de 2013.

A jornalista Rosângela Bittar, em sua coluna desta quarta-feira (24/10), no jornal Valor Econômico, fez uma brilhante e completa análise da atuação do senador mineiro nas eleições municipais em todo o Brasil. Ela mostra que Aécio Neves se solidificou como líder da oposição ao modelo petista de governar, cada vez mais baseado na partidarização da máquina pública e na falta de compromissos com os ideais que deram a base para o surgimento do PT, na década de 1980.

Por outro lado, Aécio Neves se postou como um líder aliancista. Comandou as estratégias do PSDB tanto em Minas Gerais quanto em várias outras cidades brasileiras. Soube, com uma habilidade ímpar, aglutinar partidos, correntes de pensamento e líder regionais em torno de um projeto de governo que começará a se construir, a várias mãos, a partir de 2013.

O senador mineiro teve a coragem de se colocar como porta-voz de toda uma parcela da sociedade cansada da má gestão pública e dos escândalos e crimes que estão no núcleo do Partido dos Trabalhadores e de sua facção política.

Ao mesmo tempo, Aécio Neves teve a habilidade para, no momento certo, se despir do papel de líder da oposição e se colocar como aglutinador. Isso lhe dá a incontestável posição de figura política imprescindível para comandar uma grande aliança em torno de um projeto de desenvolvimento; este baseado na excelência da gestão pública e na transparência administrativa pelas quais a sociedade brasileira já deu sinais de que exige a partir de 2013.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Aécio " O Brasil paga a conta pelo descaso do PT"




Fonte: Blog do PSDB-MG -


Entrevista coletiva do senador Aécio Neves - Brasília

Assuntos: balanço das eleições municipais, agenda do PSDB, mensalão/PT, royalties da mineração, reformas

Qual a sua análise das eleições?

Temos que avaliá-las no seu conjunto. Temos um quadro hoje pluripartidário no Brasil. Então houve uma distribuição de vitórias por vários partidos políticos. Mais do que havia em outras eleições. Mas no caso do PSDB em especial, nosso resultado foi muitas vezes além das expectativas que tínhamos há seis meses.

Na verdade, nos reinserimos, por exemplo, na região Nordeste do país, onde vencemos no conjunto das oposições já duas capitais em primeiro turno e disputamos outras três ou quatro. Nos reinserimos no Norte do país disputando o segundo em capitais da importância de Manaus e de Belém.

Mantivemos uma posição sólida no Sudeste, inclusive com vitórias importantes em Minas Gerais e, em São Paulo, indo na capital pra o segundo turno além de outras vitórias importantes no interior. E tivemos uma situação melhor do que nas outras eleições, no Sul e no Centro-Oeste.

Portanto o PSDB sai mais vivo do que nunca dessas eleições e o que é mais importante, com lideranças novas, com caras novas, com figuras que vem falando aquilo que o PSDB deve falar diretamente para as pessoas. De forma clara, objetiva. O PSDB tem falado da nova agenda, a agenda que o Brasil precisa viver pelos próximos dez ou vinte anos.

Então, além do resultado quantitativo que nos coloca mais uma vez como o segundo partido dentre todos com o maior número de prefeitos eleitos, o PSDB se renova também, não apenas do ponto de vista geracional, mas também do ponto de vista das ideias e da postura dos nossos candidatos.

Eu viajei por mais de 20 estados nessa campanha eleitoral e o que percebi que mais me animou e encantou foi exatamente a capacidade de renovação que tivemos. Não apenas nas disputas das capitais, mas em cidades extremamente importantes do país.

Portanto, o PSDB agora tem o dever de se preparar durante o ano de 2013, de construir o seu discurso, de renovar as suas ideias, para o grande embate de 2014.

Como o senhor avalia esse discurso do PT agora de que o mensalão não pegou. Isso é desculpa ?
A questão do mensalão é um marco definitivo na vida pública brasileira. A política brasileira tende a ser melhor do que era até o julgamento do mensalão.

O sentimento de impunidade, com o qual todos convivemos ao longo de décadas e décadas, não existirá mais a partir de agora. Os agentes públicos terão que ter muito mais cautela e muito mais respeito aos princípios éticos e morais.

É natural que o PT pague uma parcela dessa conta. Não como partido apenas, mas a partir do momento em que líderes importantes do partido estão aí, sendo condenados. Não pela oposição, mas pela Justiça.

Não acho que esse seja o tema eleitoral mais importante. As questões municipais se decidem pelo debate de ideias, de propostas, pelo perfil dos candidatos. É isso que assistimos pelo Brasil afora.

Mas é natural que a questão do mensalão paire como uma mácula, como uma mancha muito importante em um período expressivo de governo do PT há alguns anos atrás.

A presidente Dilma esteve em Minas Gerais e, em uma tentativa de ganhar as eleições lá, falou do projeto dos royalties da mineração como se fosse dela. Mas parece que o governo sentou em cima disso.

O governo do PT completa seu décimo ano sem que essa questão tenha sido enfrentada. Há cerca de cinco anos o governo promete o envio, ao Congresso, do marco regulatório do setor, que até hoje não chegou.

O que fizemos foi, exatamente, cobrar do PT não apenas esse contencioso com Minas Gerais e com estados mineradores, no caso dos royalties, mas vários outros que ficaram pelo meio do caminho.

As grandes reformas por fazer, há dez anos, são as mesmas reformas ainda por fazer hoje. O PT não aproveitou em um momento muito produtivo e positivo da economia internacional, com reflexos importantes no Brasil. Como a altíssima popularidade do presidente da República, veja o Lula, em boa parte do seu mandato, e a presidente Dilma agora e uma ampla base de apoio, como jamais houve na história desse país, para enfrentar os grandes gargalos que têm feito o Brasil crescer de forma inexpressiva ao longo dos últimos anos.

Portanto, os grandes contenciosos não foram enfrentados pelo PT. E quem paga a conta é o Brasil com um crescimento, mais uma vez, irrisório durante o ano passado, e também mais uma vez, neste ano de 2012. O que nos permite já prever dificuldades nos anos que virão.


quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Sob liderança de Aécio Neves , PSDB bate o PT em Minas






Passados os primeiros momentos de perda de consciência e das pernas bambas, condição muito comum aos boxeadores que levam um cruzado direto na ponta do queixo, os petistas voltaram à internet no início da semana para fazer mais do mesmo: tentar endeusar o ex-presidente Lula - como o grande vencedor das eleições - e diminuir a importância das vitórias políticas e eleitorais no campo da oposição.

Infelizmente, no caso de Belo Horizonte e Minas Gerais não há como esconder o peso da vitória do PSDB, em especial do senador Aécio Neves.

Aécio enfrentou, ao lado do prefeito Márcio Lacerda, a força máxima do petismo mineiro e nacional e conquistou uma das mais importantes vitórias em uma eleição em Minas.

Foram derrotados no último domingo o ex-presidente Lula, a presidente Dilma, o ministro e ex-prefeito Fernando Pimentel, os ex-ministros Luiz Dulci e Nilmário Miranda, o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, o ex-governador Newton Cardoso, o vice-prefeito, Roberto Carvalho, e um grupo estimado de 900 lideranças petistas que continua, há 20 anos, encastelado na própria prefeitura.

Além de ter derrotado todo o aparato auxiliar do petismo em Minas, como a CUT e seus sindicatos filiados, as legendas partidárias agregadas, como o PCdoB, e os seus marqueteiros milionários.

Mas não foi apenas o resultado da eleição para a prefeitura de Belo Horizonte que pode ser comemorado por Aécio. Cerca de 80% dos prefeitos eleitos são da base do governo estadual.

Proporcionalmente, o PSDB foi o partido que mais elegeu prefeitos e vereadores em Minas, com 143 prefeituras e com 979 cadeiras nos legislativos municipais. O segundo lugar ficou com o PMDB, com 117 prefeituras e 986 vereadores. Somente em terceiro lugar vem o PT, com 114 prefeitos eleitos e 814 vereadores, mesmo tendo nas mãos a máquina do governo federal para impulsionar as suas candidaturas.

O PSDB ganhou a disputa e tirou o PT das administrações de cidades importantes como Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, com candidatura própria, e Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri e Varginha, no Sul de Minas, integrando as chapas vencedoras em outras cidades que eram redutos petistas no estado há vários anos. O último resultado dessas eleições confirma a escolha que os mineiros vêm fazendo nos dez últimos anos e que vem dando a vitória inequívoca ao projeto defendido pelo PSDB.

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