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quarta-feira, 20 de março de 2013

Aécio diz que apoio de Serra chegará em momento oportuno






Aécio diz que apoio de Serra chegará em 'momento oportuno"
GABRIELA GUERREIRO
NATUZA NERY
DE BRASÍLIA
DANIELA LIMA
Folha de São Paulo

A menos de um mês e meio de sua convenção geral --festa programada para selar a liderança do senador Aécio Neves (MG) no comando do PSDB--, o partido ainda não conseguiu superar a divisão interna. Mas o mineiro diz: "Teremos o apoio de [José] Serra no momento oportuno".

Virtual candidato tucano à Presidência da República, Aécio precisou agir nos últimos dois dias contra rumores de que a resistência a seu nome para a presidência da sigla vinha também do gabinete do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.


Anteontem, o senador tucano reuniu-se por três horas com José Serra em São Paulo. Ontem, recebeu o governador em seu gabinete no Senado e dele obteve uma indicação de apoio político.

Alckmin comprometeu-se a acompanhá-lo no encerramento de um congresso do partido na capital paulista, estreia do mineiro com a militância do Estado. Havia dúvidas sobre a presença do governador --ele chegou a sugerir que o ato fosse adiado.

Semana passada, Alckmin esteve em um jantar na casa de Aécio em Brasília, onde disse que o colega não precisaria ser presidente da sigla para ser presidenciável.

A declaração preocupou aliados de Aécio. Na visão desse grupo, a resistência de Serra, sozinha, não abalaria o projeto político do senador dentro do partido. Entretanto, uma divergência com o governador de São Paulo poderia comprometer os planos.

Ontem, Alckmin não só confirmou presença no congresso como disse que chegará ao local com Aécio, o que foi visto como sinal de trégua por aliados do mineiro.



Alan Marques - 8.nov.2000/Folhapress
Senador Aécio Neves (PSDB-MG) faz discurso em que enumera 13 pontos negativos sobre os 10 anos que o PT esteve na Presidência

UNIDADE PARTIDÁRIA

A convenção nacional do PSDB está marcada para 19 de maio. Construir a unidade partidária tem sido a principal agenda de Aécio. Sem isso, o impulso para sua candidatura perderia embalo.

Aécio e Alckmin deixaram o encontro de ontem afirmando que, até maio, vão achar uma saída para eleger uma "boa direção partidária".

Foi uma referência ao pleito de alguns tucanos de São Paulo que temem uma hegemonia do mineiro. Eles defendem que Aécio ceda cargos estratégicos a aliados de Alckmin e Serra, teoria abraçada pelo governador paulista.

Alckmin tem evitado polemizar com Serra num momento em que não pode desprezar suporte político para reelegê-lo ao Palácio dos Bandeirantes em 2014.

Foram os sinais enviados pelo governador que levaram Aécio ao encontro com Serra na segunda-feira. Segundo aliados de ambos, a conversa terminou inconclusa.

"Serra, temos algo que nos une: o espírito público e o objetivo de tirar o PT do governo", disse o senador no encontro. "Não quero você como aliado, quero você como protagonista."

Serra teria ouvido Aécio sem fazer muitas ponderações. Disse que não poderia ser considerado obstáculo à unidade do partido, pois há anos não é ouvido pela cúpula do PSDB. Os dois encerraram o papo com o compromisso de que voltarão a conversar em duas semanas.

Ontem, Aécio desmentiu a versão de que Serra estaria cobrando cargos na cúpula da sigla para apoiá-lo. Serra havia manifestado irritação com esses rumores.
Fonte : Folha.uol.com.br

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Aécio faz uma análise dos resultados das urnas

Blog Drop Misto
Aécio Neves 

A verdade das urnas – Coluna de Aécio Neves  -  Folha de São Paulo
Aécio Neves

Recentemente, me lembrei de uma citação folclórica que volta e meia é repetida no meio político e refere-se a uma proposta para encerrar a guerra do Vietnã nos anos 60, atribuída a um senador dos EUA.

A sugestão dele era que o presidente americano devia simplesmente declarar vitória, unilateralmente, e retirar as tropas daquele país do Sudeste Asiático, colocando um ponto final no confronto.

No plano das alegorias, é mais ou menos isso que o PT tenta fazer ao propagar que dizimou os adversários nas eleições municipais de 2012.

O fato de ter vencido em cidades importantes do país não autoriza o partido a generalizar o resultado. Pelo menos não com o amparo da realidade.

A principal característica das eleições municipais deste ano é a distribuição equilibrada entre os partidos que obtiveram as maiores votações. O PMDB foi o partido que elegeu o maior número de prefeitos, seguido pelo PSDB e pelo PT.

Mas, na política, a criatividade é grande e surgem análises de todos os tipos, prontas para atender o gosto do freguês. Há quem prefira somar o número das cidades sob o comando de cada legenda para apontar vencedores ou derrotados. Há aqueles que analisam resultados sob a ótica das alianças políticas e não das legendas isoladas. Quem não pode somar cidades, opta por somar a população a ser governada por um partido. Não falta, inclusive, quem, na ausência de ter o que contabilizar, defenda o caráter estratégico de suas conquistas.

Na verdade, o resultado político dessas eleições é muito mais complexo do que pode apontar esse tipo de análise. Talvez porque não exista um, mas diversos resultados.

Se a discussão em torno dos números não se mostra tão favorável ao PT como seus dirigentes se esforçam em demonstrar, há uma derrota política que certamente incomoda mais nesse momento ao Planalto.

Ao transformar algumas disputas em verdadeiros plebiscitos, o PT colheu a derrota direta do ex-presidente Lula ou da presidente Dilma em locais de forte simbolismo. Em Manaus e Salvador, assim como nas três principais cidades de Minas --Belo Horizonte, Betim e Contagem--, de forma especial, o que prevaleceu foi o não ao PT.

Ao PSDB, cabe agradecer os 13,9 milhões de votos em nossos candidatos a prefeito, no primeiro turno das eleições, e 5,6 milhões, no segundo. Isso sem levar em consideração os incontáveis apoios que tivemos nas alianças firmadas com outros partidos pelo país afora.

Com erros e acertos, o PSDB reafirmou sua posição de principal polo de oposição no país. O partido precisa agora entender o que disseram as urnas. Inclusive o recado dos milhões de brasileiros que preferiram não votar, descrentes da política.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Aécio Neves é senador pelo PSDB-MG. Foi governador de Minas Gerais entre 2003 e 2010. É formado em economia pela PUC-MG. Escreve às segundas-feiras na página A2 da versão impressa.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Aécio : " Nossa vitória em Minas foi muito expressiva"

Blog Drops Misto
Aécio líder da oposição


Fonte: Estado de Minas -  Coluna de Tereza Cruvinel
Link para assinantes: http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/politica/2012/11/01/interna_politica,56309/tereza-cruvinel-sotaque-de-candidato.shtml

Sotaque de candidato


"Eu farei o meu papel. A eternização do PT no poder não fará bem à democracia." Qual papel? O de candidato a presidente da República? O senador Aécio Neves tangencia a pergunta e a palavra candidato: "O papel que o partido me delegar. Mas, a partir de agora, estarei trabalhando pela renovação do PSDB, pela mudança de sua fisionomia, a atualização de seu discurso, o resgate de seu papel na democratização e na modernização do Brasil", diz o senador, agora falando (quase) como presidenciável.

Entre abril e maio, diz Aécio, o PSDB fará um grande evento nacional, por ocasião de sua convenção, que elegerá a nova direção nacional. "Vamos apresentar um projeto alternativo para o Brasil, revelando caras novas para sua implantação e apontando as deficiências do atual governo. Há espaço para o PSDB e vamos entrar em campo com muita disposição para conquistá-lo." O discurso pró-renovação não parece comportar a proposta da eleição de José Serra para a presidência do partido. Mas ele mesmo evita o assunto, dizendo ter lamentado muito a derrota tucana em São Paulo, porque ela proporcionou ao PT uma parte do fôlego perdido com o mensalão.

Os efeitos das eleições municipais, diz Aécio, são importantes durante um período, mas logo se dissipam, porque outros fatores passam a pesar no tabuleiro nacional. "Para nós, duas coisas foram importantes. Primeiro, o PDSB foi confirmado como contrapolo de poder no Brasil. Depois, conquistamos posições importantes no Norte e no Nordeste, de onde havíamos praticamente desaparecido. Mais que nossas vitórias ali, as derrotas do PT têm um significado importante. Elas indicam que o messianismo de Lula está se volatizando e que os benefícios dados à região, como o Bolsa-Família, já estão eleitoralmente precificados". Vale dizer, o retorno em forma de votos já foi colhido em eleições passadas.

Some-se a esses resultados, prossegue ele, o fato de que o PSDB, já dispondo de uma base estável, ainda que não majoritária, na Região Sul, continua sendo a maior força partidária no Sudeste. "Isso não pode ser subestimado numa disputa presidencial. O PT conquistou a prefeitura da capital paulista, mas o PSDB continua tendo os governos de Minas e de São Paulo. Nossa vitória em todo o estado de Minas foi muito expressiva. O Rio ainda é algo indefinido, com a prefeitura e o governo estadual nas mãos do PMDB. Vamos investir muito em nossa relação com o Rio, com a população e os setores que formam opinião, na cultura, nas artes e no mundo acadêmico", diz Aécio.

Dilma será um páreo duro? "Ela tem quase 80% de popularidade, mas perdeu em quatro das cinco capitais nas quais esteve fazendo campanha. Ela foi a São Paulo, Salvador, Manaus, Belo Horizonte e Campinas. Perdeu em todas, exceto em São Paulo, onde o cabo eleitoral decisivo não foi ela."

Nem é preciso perguntar sobre alianças, especialmente com o PSB de Eduardo Campos, hipótese que tem rendido tanta especulação. "Estamos numa situação confortável porque somos oposição. Nessa condição, não enfrentamos dilemas, como o de ficar ou sair do governo, buscar uma vice ou lançar candidato próprio. O PSB hoje é um partido da base governista. Devemos respeitar isso. Quem tem que se preocupar com a hipótese de o partido lançar candidato próprio é a presidente, é o governo. Agora, se em algum momento eles (o PSB) quiserem se juntar a nós para oferecermos um projeto alternativo ao Brasil, serão bem-vindos. De alianças vamos tratar no momento certo", diz ainda Aécio. Ou seja, quando o candidato, que só pode ser ele, vier a ser lançado.

Aécio teve na segunda-feira uma conversa de cinco horas com o ex-presidente Fernando Henrique, que, segundo o senador, tem sido um forte inspirador da renovação partidária e deve ter papel mais ativo no processo, como presidente de honra do PSDB. Não disse, mas está implícito: FH será uma espécie de patrono de sua candidatura na arena paulista. Esse é o tom quase presidenciável adotado por Aécio depois das eleições

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Aécio diz que derrota de Serra não diminui o papel do PSDB


Fonte: O Estado de S.Paulo - 30/10/2012 - Entrevista com Aécio Neves - Chamada na Primeira Página
Link para assinantes: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,derrota-de-serra-nao-diminui-papel-do-psdb-,953125,0.htm?p=1

'Derrota de Serra não diminui papel do PSDB'


senador e presidenciável afirma que a influência de Lula e Dilma nas eleições já não existe como se imaginava
30 de outubro de 2012 | 2h 03 - JULIA DUAILIBI - O Estado de S.Paulo

Para o presidenciável do PSDB, senador Aécio Neves (MG), o resultado dessa eleição mostrou que a influência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidente Dilma Rousseff "não existe mais do modo que a gente imaginava". Aécio, no entanto, minimiza o impacto para o PSDB da derrota de José Serra em São Paulo: "Essa foi uma candidatura que nunca foi simples, nunca foi fácil".

O tucano destaca o desempenho do PSDB no Norte e Nordeste e tece elogios à aliança com o PSB. Aécio vê um "antagonismo" entre PT e PSB nas cidades onde disputaram eleição, que não deve ser superado em 2014. Leia abaixo a entrevista.



Qual avaliação o sr. faz da derrota do PSDB em São Paulo?

Numa eleição em que 50 cidades estavam em jogo, não dá para avaliar uma. É uma derrota que tem repercussão, mas ressalto que Serra foi candidato porque o partido quis que fosse, para fazer justiça a ele. Serra não brigou para ser candidato. É claro que não foi bom perder, mas, no geral, nessa eleição não teve um grande derrotado. No nosso caso, nos saímos de forma muito vigorosa no Nordeste e no Norte, de onde havíamos sido dizimados nas últimas eleições.

O PSDB precisa se renovar?

Há figuras novas que já surgiram: o Eduardo (Leite), que ganhou em Pelotas, o menino de Blumenau (Napoleão Bernardes), Firmino (Filho, em Teresina), Maceió (com Rui Palmeira). Tem uma geração nova se afirmando.

O partido errou ao não arriscar um nome novo em São Paulo?

O momento em que o Serra resolveu ser candidato ele fez por um apelo do partido. E parecia a candidatura mais sólida. Enfim, perdeu. Ele vai ser uma figura que terá sempre um papel importante nas decisões do PSDB. Isso (a derrota) não diminui o papel do PSDB. Essa foi uma candidatura que nunca foi simples, nunca foi fácil.

O desempenho do PSDB em Estados importantes, como São Paulo, ficou abaixo do esperado.
Nas últimas eleições presidenciais, ganhamos nos três Estados do Sul e do Centro-oeste. No Sudeste, nenhum outro partido tem uma situação mais sólida que o PSDB, com o governo de Minas e o de São Paulo. O PSDB, em relação a um cenário de seis, oito meses atrás, teve resultado muito além do que a gente poderia imaginar.

Há setores do PSDB paulista que defendem uma aliança em 2014 com o PSB, de Eduardo Campos (PE), na cabeça de chapa em troca do apoio à reeleição do governador Geraldo Alckmin.

O PSDB é a única força de oposição para se apresentar como uma alternativa. Problema quem tem hoje é o governo, para manter a base unida. Vamos apresentar um projeto alternativo e atrair ao longo do caminho forças que estão hoje com o governo. As alianças que fizemos com o PSB, que brinquei que votei mais 40 que 45, criam lógicas locais. Pega Campinas, Fortaleza, a cidade se divide em dois grupos. Então, amanhã, é difícil que os grupos se aliem. Vai todo mundo para uma candidatura do PT? É difícil. Fizemos alianças importantes com o PSB, e, mesmo que amanhã o PSB esteja com o PT, e hoje é o caminho mais natural, nessas praças vai haver sempre um antagonismo, com tendência do eleitorado que não é PT ficar com outra alternativa. A eleição do ACM Neto (Salvador), do Arthur Virgílio (Manaus), pelo fato de Lula ter ido, de Dilma ter ido muito agressiva, mostra que essa influência, do modo como a gente achava que existia, não existe mais. Tem um País aberto para uma proposta nova.

O PSDB deve definir logo o presidenciável. Serra é um nome?

Não tem que antecipar. Ninguém é candidato dois anos antes de uma eleição. Acho que o momento é a virada de 2014.

Qual espaço Serra terá?

Não sei nem se ele pretende objetivamente algo. Ele vai ser sempre uma figura central no PSDB. Não dá para desprezar os votos que ele teve. Não dá para desprezar o que representa, mesmo que tenha perdido a eleição.

O sr. acha que ele pode ocupar a presidência do PSDB?

Não pensei nisso. Nem sei se ele quer isso.


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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Aécio Neves líder da oposição e líder de alianças bem sucedidas


Aécio Neves: de líder da oposição a líder aliancista 








Aécio Neves entrou como líder da oposição nas disputas municipais deste ano e saiu como o grande líder do maior arco de aliança partidária já vista na história política brasileira pós-ditadura militar. Suas ideias e propostas para abrir uma alternativa nova frente à má gestão pública do governo federal – leia-se PT - se solidificaram para que o Brasil comece um novo debate a partir de 2013.

A jornalista Rosângela Bittar, em sua coluna desta quarta-feira (24/10), no jornal Valor Econômico, fez uma brilhante e completa análise da atuação do senador mineiro nas eleições municipais em todo o Brasil. Ela mostra que Aécio Neves se solidificou como líder da oposição ao modelo petista de governar, cada vez mais baseado na partidarização da máquina pública e na falta de compromissos com os ideais que deram a base para o surgimento do PT, na década de 1980.

Por outro lado, Aécio Neves se postou como um líder aliancista. Comandou as estratégias do PSDB tanto em Minas Gerais quanto em várias outras cidades brasileiras. Soube, com uma habilidade ímpar, aglutinar partidos, correntes de pensamento e líder regionais em torno de um projeto de governo que começará a se construir, a várias mãos, a partir de 2013.

O senador mineiro teve a coragem de se colocar como porta-voz de toda uma parcela da sociedade cansada da má gestão pública e dos escândalos e crimes que estão no núcleo do Partido dos Trabalhadores e de sua facção política.

Ao mesmo tempo, Aécio Neves teve a habilidade para, no momento certo, se despir do papel de líder da oposição e se colocar como aglutinador. Isso lhe dá a incontestável posição de figura política imprescindível para comandar uma grande aliança em torno de um projeto de desenvolvimento; este baseado na excelência da gestão pública e na transparência administrativa pelas quais a sociedade brasileira já deu sinais de que exige a partir de 2013.

sábado, 7 de julho de 2012

Aécio: " Em nenhum momento impusemos absolutamente nada


Aécio Neves, líder da oposição





O senador Aécio Neves (PSDB-MG) criticou nesta quinta-feira (5) a presidente Dilma Rousseff, o PT e o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), pelo que chamou de “interferências”, na disputa eleitoral em Belo Horizonte, contra a candidatura à reeleição do prefeito Marcio Lacerda (PSB).

Aécio rechaçou intervenções feitas por pessoas com militância política em outros Estados, e disse que “Minas não é uma província de segunda categoria”.

“Eu confesso que me surpreendi em ver a própria presidente da República –no momento em que o Brasil se vê aí paralisado por uma crise que o governo até ontem desconhecia–, ela para a sua agenda para interferir nos partidos e impor, como fez ao PMDB, que também interviesse”, disse.
A presidente Dilma atuou para que o PMDB desistisse de candidatura própria na capital mineira e passasse a apoiar o candidato petista, o ex-ministro Patrus Ananias.

O tucano emendou outra crítica ao mencionar Kassab, que preside o PSD nacional. Ao citar o fato de Dilma também ter “solicitado” a intervenção do prefeito de São Paulo na disputa em BH, afirmou que o prefeito de São Paulo “conhece muito pouco a realidade de Minas Gerais”.

Kassab havia acertado na quarta-feira (4), diretamente com a presidente Dilma Rousseff, o apoio do PSD-BH ao petista Patrus. Mas a situação está indefinida, porque o PSD de Belo Horizonte se rebelou e registrou na Justiça Eleitoral apoio à reeleição de Lacerda.

Aécio disse que o pedido a Kassab foi para ele “violentasse o sentimento de seus companheiros para intervir no partido”.

O tucano atacou também o PT, lembrando que há quatro anos os petistas impediram que o PSDB se aliasse a Lacerda formalmente, mas que agora “o partido abraça o Maluf em São Paulo”. Ele se refere ao fato de o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) ter se aliado ao PT na disputa paulistana.

Ele ainda criticou as intervenções do PT em São Paulo, contra a senadora Marta Suplicy (PT), e em Recife, quando anulou a prévia petista e impôs o senador Humberto Costa como candidato. “Sempre que o PT tem que optar entre o interesse público e o PT, fica com o PT”.

Aécio, que é um dos tucanos com pretensões de concorrer à sucessão presidencial de 2014, afirmou que não vai nacionalizar a campanha eleitoral em BH e que “em momento algum vai cair na armadilha de trazer 2014 para 2012″.

ALIANÇA

A aliança que o PT tinha em BH com o PSB e o PSDB deixou de existir depois que Lacerda negou aos petistas participação na chapa de vereadores. Aécio não quis que Lacerda cedesse a essa vontade petista e falou com o prefeito.

Ele negou que tenha imposto e ameaçado Lacerda. “Foi ponderação, solicitação nossa. Em nenhum momento impusemos absolutamente nada”, afirmou, acrescentando que Lacerda teve liberdade para tomar a decisão.

Fonte: www.boainformacao.com.br/ Paulo Peixoto/ BH

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sexta-feira, 6 de julho de 2012

Aécio comenta o atual momento de BH




Aécio Neves: eleições municipais de BH 


O senador Aécio Neves reuniu-se, na Sede estadual do PSDB, em Belo Horizonte, com os presidentes dos 18 partidos que vão compor a coligação de apoio à reeleição do
prefeito Márcio Lacerda. Durante o encontro, Aécio convocou os militantes a fazerem uma campanha limpa, da alto nível e que favoreça a população de Belo Horizonte.

Link para Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=AIbCqgOCJwg

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Aécio Neves chama atenção para a Rio+20


Aécio Neves , líder da oposição, fala de sustentabilidade em artigo no jornal Folha de São Paulo
Aécio Neves líder da oposição

Fonte:  Folha de S.Paulo - 11/06/2012 - Coluna de Aécio Neves


Rio+20
 
Aécio Neves

Mais uma vez o Brasil está no centro do desafio ambiental que mobiliza o mundo. Com a Rio+20, a comunidade internacional reúne as suas melhores esperanças para fazer avançar uma agenda comum e novas metas mobilizadoras para o desenvolvimento sustentável, que alcança também as questões econômicas e sociais.

Na condição de anfitriões da conferência global, é hora de nos posicionarmos com a convicção de quem, como eu disse antes aqui, pode se tornar o primeiro país desenvolvido com economia de baixo carbono, ampla participação de energias renováveis e práticas industriais, comerciais e agrícolas sustentáveis. Não podemos perder a oportunidade de contribuir para a fundação de um novo modelo de desenvolvimento -justo e solidário- que possa servir de referência.

Poucos países podem fazê-lo como o Brasil. Afinal, reunimos uma das matrizes energéticas mais limpas do planeta; extensas áreas agricultáveis; o maior programa de biocombustíveis do mundo; um consolidado regime democrático, vivendo nossa era de bônus demográfico e uma exitosa experiência de redução da pobreza, construída nas duas últimas décadas.

Se a sustentabilidade global só será alcançada com os urgentes acordos e tratados internacionais de cooperação e novos mecanismos de financiamento, é também preciso que cada país enfrente com coragem os seus problemas e desafios locais.

Do Brasil se espera o exemplo. Avançamos, mas ainda convivemos com déficits vergonhosos. A destruição da vegetação natural -em especial, o desmatamento na Amazônia e as queimadas no cerrado- responde por mais da metade das emissões brasileiras de CO2 e coloca o Brasil entre os dez maiores emissores de gases de efeito estufa.

Ainda temos cerca de 40% dos domicílios inadequados para moradia. Nossas instituições públicas são obsoletas e burocratizadas, travando a competitividade do país. Cada um desses indicadores reúne nossos deveres e novas oportunidades para a economia e a sociedade. A construção do modelo de desenvolvimento sustentável, com novos padrões de produção e de consumo, se constitui na maior oportunidade de mudanças sociais e econômicas do século 21.

Não se trata mais de saber quanto custarão os ajustes necessários na era pós-petróleo que se aproxima, mas de como o nosso senso ético coletivo atenderá a demanda por energia, água potável, comida e outros insumos, exigidos pela inclusão de bilhões de pessoas em todo o planeta.

Que os frutos da Rio+20 reforcem nossos laços com as gerações futuras e sejam capazes de alimentar um novo modelo de desenvolvimento, com lucidez, coragem e a urgência do presente que o futuro exige.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

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quarta-feira, 11 de abril de 2012

Aécio denuncia governo federal pelo abuso de MPs



Aécio Neves
: líder da oposição e grande conciliador do congresso
Aécio Neves líder da oposição

Uma das principais críticas líder da oposição, Aécio Neves, no Congresso Nacional, tem sido o uso abusivo de medidas provisórias pelo governo.


Principal líder da oposição, Aécio Neves é autor da proposta que restringe o uso de MPs. Ele foi relator Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 11/11 que muda a forma de tramitação das Medidas Provisórias (MP) no Congresso Nacional.

A proposta do líder da oposição, Aécio Neves, criou novo rito para tramitação das MPs, resgatando as prerrogativas do Poder Legislativo, desrespeitado e transformado em um espaço homologador dos interesses do governo federal.

Além de instituir que a análise sobre a urgência e a relevância das MPs seja feita pelas comissões de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara e do Senado, a proposta de Aécio estipulou prazos e acabou com a chamada “árvore de Natal”, quando uma mesma MP trata de vários temas, expediente amplamente utilizado pelo governo federal.

A atuação do líder da oposição, Aécio Neves, na condução do processo que garantiu a aprovação da PEC das MPs foi elogiada por senadores de vários partidos.

O relatório de Aécio Neves foi aprovado por unanimidade no Senado e, ao final da votação, senadores de vários partidos, da oposição e da base aliada do governo do PT, destacaram a capacidade de articulação e a habilidade do senador mineiro na buscar do entendimento político.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Aécio Neves denuncia a incapacidade do governo de resolver problemas


Fonte:  Folha de S.Paulo - 09/04/2012 - Coluna de Aécio Neves 
Aécio Líder da oposição
( Nesse artigo Aécio Neves critica o imobilismo do governo federal)


Tiros a esmo

: Aécio Neves 

Ao debater os problemas que envolvem a indústria brasileira, lembrei-me da definição do saudoso maestro Tom Jobim -definitivamente, o Brasil não é um país para principiantes. Para responder às pressões por providências contra o grave processo de desindustrialização em curso, o governo não conseguiu livrar-se da síndrome da emergência e do improviso. A imprensa relata que, na véspera do lançamento do pacote, a equipe econômica varou a madrugada escalando montanhas de números e definindo, às pressas, algumas medidas.

Esta marca da atual gestão desaguou na cena em que, em plena solenidade de apresentação das medidas, a presidente inquire publicamente o ministro da Fazenda, evidenciando, no mínimo, falta de sintonia e conexão entre as diversas áreas do governo.

Apesar de algumas iniciativas (como as desonerações tributárias e redução do custo do crédito) caminharem na direção correta, há uma percepção generalizada de que as medidas de apoio à indústria são pontuais, temporárias e não resolvem o problema estrutural da perda de competitividade. Elas trazem três problemas centrais:

Primeiro, a desoneração da contribuição previdenciária patronal sobre a folha de salários deveria ser uma medida muito mais ampla e permanente. A produtividade do setor industrial e da economia depende da qualidade de serviços de outras áreas. Assim, uma política de promoção de competitividade precisa desonerar todos os setores, e não apenas alguns deles.

Segundo, o governo, mais uma vez, aumentou os empréstimos para o BNDES. Como esses empréstimos têm como fonte de recursos o aumento da dívida, essas operações têm um custo fiscal que limita reduções futuras da carga tributária. O problema não é o empréstimo em si, mas a falta de transparência quanto ao seu custo e o fato de o mesmo não passar pelo Orçamento. O Congresso havia aprovado emenda de minha autoria, justamente para trazer esse tema para discussão no Parlamento, mas ela foi vetada pela Presidência.

Terceiro, a perda de competitividade no Brasil está ligada ao crescimento excessivo do gasto público e à elevada carga tributária que não se transforma em aumento do investimento governamental. Ou seja, além de pagar mais impostos, as empresas e os cidadãos não têm acesso a uma melhor infraestrutura, o que aumenta o custo final dos produtos.

Enfim, também aqui vemos o que tem se transformado em outra marca dessa gestão e vem ocorrendo em diversas situações, como, por exemplo, na votação da Emenda 29: o governo opta pelo meio do caminho e perde oportunidades de vencer, definitivamente, importantes desafios. O risco é que, andando tão devagar, o país acabe sem sair do lugar...

AÉCIO NEVES escreve às segundas nesta coluna.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Aécio diz que será a voz de Minas no Senado !


Aécio Neves: "Serei a voz de Minas no Senado" (Estado de Minas)

Ex-governador diz que é preciso existir no país um compromisso em torno das reformas

"A agenda de reformas ou ocorre nos primeiros seis meses de governo, quando todo o Executivo recém-eleito e o parlamento foram hidratados, oxigenados pelas urnas, ou elas não acontecem mais"

Na era pós-Lula, o ex-governador Aécio Neves (PSDB), candidato ao Senado, pretende, se eleito, fazer o que mais gosta: política. Articular a maioria no Senado, para viabilizar reformas estruturais no país, é um dos principais objetivos do tucano, que reclama do Congresso Nacional uma atuação mais transparente e uma pauta de temas de interesse da nação. "Acho que o Brasil está maduro o suficiente para que a oposição e a base governista se entendam em torno de reformas que permitirão ao Brasil superar gargalos enormes e que possibilitarão crescimento muito maior, muito mais vigoroso do que tem ocorrido", afirma. Ele defende as reformas tributária, política e da Previdência e acha necessária a revisão da Lei Kandir, que desonera as exportações, e a revisão da Lei dos Royalties para o setor da mineração. O candidato fala ainda sobre a "falta de generosidade" do PT para reconhecer avanços nos governos que antecederam Lula, de Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso.

Quando em campanha dentro do PSDB pela indicação do partido para concorrer à Presidência da República, o senhor lançou a expressão pós-lulismo. Por quê?
Apresentei uma proposta alternativa ao partido, discuti o quanto pude, viajamos em vários estados levando a proposta de uma candidatura pós-lulismo, olhando para o futuro, que reconhecesse os avanços que vêm ocorrendo no Brasil após esses últimos anos a partir principalmente do governo Itamar Franco, passando pelo governo Fernando Henrique Cardoso e pelo governo Lula. Sinto-me incomodado que o PT não tenha essa generosidade de considerar o que os outros fizeram. O presidente Itamar Franco, quando assumiu o governo no momento de crise, do impeachment de um presidente, o PT negou-se a dar a ele apoio porque tinha um candidato à Presidência da República que aparecia como favorito: o próprio Lula. Quando veio o governo do presidente FHC, apresentamos o Plano Real. O PT se colocou contra porque achava que isso poderia, como acabou acontecendo, fortalecer a candidatura do FHC. Prevaleceu o interesse do partido e não do país. O PT tem essa incapacidade de reconhecer que não teria havido o governo Lula se não tivesse havido o governo FHC e Itamar, a estabilidade econômica. Então propunha algo que reconhecesse em todos os governos um papel muito importante, de apontar para o país uma nova agenda de convergências, de reforma, independentemente de quem fosse governo ou oposição.


Se eleito, como será a sua atuação no Senado na era pós-Lula: na condição de situação ou de oposição?
Eu tive já uma experiência importante no Congresso. Fui parlamentar por 16 anos, fui líder do PSDB no governo FHC por quatro anos, fui presidente da Câmara dos Deputados e consigo distinguir de forma muito clara aquelas que são questões de Estado, que interessam ao país, e aquelas que são questões de governo. É muito importante que haja um compromisso de governo e da oposição, independentemente de quem seja governo e oposição, em torno das questões de Estado. E eu esclareço o que é isso: a reforma política, a reforma tributária, a própria reforma do Estado brasileiro, a reforma da Previdência são questões que precisam acontecer independentemente de quem seja o próximo presidente da República. O que acho que poderá ser o meu papel, se vier a ser eleito, é construir uma maioria da qual participem setores ligados ao eventual futuro governo e da oposição para viabilizar essa agenda. Eu gosto da atividade parlamentar, gosto da discussão. Acho que o Congresso está devendo ao país - e o Senado em especial - uma atuação mais transparente, com uma pauta mais diretamente ligada ao interesse do país. Somos todos caudatários das decisões do Executivo. O Congresso anda curvado, subjugado pela força do Poder Executivo. Pretendo fazer articulação muito além de Minas. Quero que Minas tenha uma bancada de pelo menos 30 senadores ligados a nós, de vários partidos, nos ajudando a defender nossos interesses. O meu papel é ser a voz de Minas no Senado.


As reformas retornam à pauta em toda campanha política, mas, ao final, não se concretizam. Por quê?
A agenda de reformas ou ocorre nos primeiros seis meses de governo, quando todo o Executivo recém-eleito e o parlamento foram hidratados, oxigenados pelas urnas, ou elas não acontecem mais. Então, de todas as prioridades, a primeira delas é construirmos nos primeiros seis meses um consenso, independentemente de quem seja o próximo presidente da República. Nós, ao longo dos últimos 16 anos, assistimos a uma oposição que não fez bem ao país. Tanto o PT em relação ao governo Fernando Henrique, que encontrava vício de origem em tudo o que vinha do Executivo, se colocava contra - como fez com o Plano Real e com a Lei de Responsabilidade Fiscal, para citar apenas dois marcos -, nós mesmos do PSDB, em determinados momentos, fomos por esse mesmo caminho. Acho que o Brasil está maduro o suficiente para que a oposição e a base governista se entendam, repito, em torno de reformas que permitirão ao Brasil superar gargalos enormes e que possibilitarão crescimento muito maior, muito mais vigoroso do que tem ocorrido. O Brasil avançou muito ao longo de todos esses últimos governos. Mas do ponto de vista congressual, estrutural, nós não avançamos. Porque quem estava na oposição, o PT e depois nós, não trabalhávamos no sentido de viabilizar. E não houve vontade política suficiente, do atual governo em especial, porque teve maior tranquilidade - diferentemente do governo FHC, que teve quatro crises econômicas sucessivas. O presidente Lula não demonstrou vontade política de enfrentar contenciosos em torno dessas reformas.


O que faltou ao governo federal para impulsionar as reformas?
O atual governo tem muitas dificuldades de enfrentar contenciosos. Eu me lembro que na disputa pela reeleição o tema central da campanha do presidente no segundo turno era a reforma política. No momento em que ela começa a incomodar alguns partidos aliados, que temem desaparecer ou fazer fusão, ela sai da pauta.


O senhor vai trabalhar por um novo pacto federativo?
O Brasil caminha infelizmente para formar um estado unitário. A federação está em frangalhos. Essa é outra questão que temos de trazer para a discussão congressual. A raiz dos grandes problemas que o Brasil vive hoje está na concentração absurda de receitas tributárias nas mãos da União com fragilização da federação: 70% de tudo o que se arrecada no Brasil está concentrado nas mãos da União. Então, refundar a federação é prioridade minha. Tenho ideias objetivas de como começar. Por exemplo, a figura estradas federais. É uma figura esdrúxula, só existe no Brasil. As estradas devem ser de responsabilidade dos estados com a transferência integral dos recursos da Cide (imposto dos combustíveis). Esse já seria um primeiro passo nessa direção. Vou além. O Fundo Nacional de Segurança e o Fundo Penitenciário, que ainda têm valores irrisórios e devem ser fortalecidos, são contingenciados sucessivamente pelo governo. Deveríamos determinar que a liberação do Fundo Nacional de Segurança e Fundo Penitenciário seja feita automaticamente por duodécimo para cada estado da federação proporcionalmente à sua população. Medidas como essa têm de ser discutidas no Senado.


O problema dos royalties da exploração do minério e a revisão da Lei Kandir, que desonera as exportações, são pontos que estão na agenda política desta eleição. Como viabilizá-los?
É fundamental que haja posição firme do governo federal. Trabalhamos no novo marco regulador do setor mineral, junto com o ministro Edson Lobão, a proposta de reclassificação e aumento dos percentuais dos royalties foi incluída na proposta entregue ao governo por nós. Essa proposta foi apresentada, mas não houve articulação política para que fosse votada. Nós sabemos o que precisa ser feito, mas o que falta é vontade política do governo federal de encaminhar a questão e bancar essa questão no Congresso Nacional. Eu pretendo, sendo do governo ou não, ter uma posição muito ativa na negociação com o governo. Olha, sinto que falta arte na política brasileira, falta articulação e construção de maiorias negociadas. Essa é uma questão plenamente negociável no Congresso Nacional e é das que mais me estimulam, pois é absolutamente injusta a atual repartição.

Dentro do PSDB, o senhor está agora na primeira posição da fila para ter a indicação de candidato à Presidência da República em 2014?
Não posso disputar uma eleição agora pensando no que vai acontecer comigo lá adiante. O que garanto é o seguinte: quando estiver vou estar articulando em favor de Minas, brigando pelos interesses de Minas, e vamos ver o que acontece lá na frente. Eu gosto de fazer política. Faço com prazer e não preciso estar em determinado cargo para ter toda a minha satisfação atendida. Estou muito bem. E me faz muito bem, me completa em minha atuação política a possibilidade de representar Minas no Senado. A Presidência é muito mais destino e é mesmo. Estou vivendo algo nas últimas semanas, que é ser recebido como estou em todas as regiões do estado, com respeito e carinho das pessoas. Isso me basta. A minha candidatura ao Senado é a nova etapa do mesmo projeto, que passa pela eleição do Anastasia aqui.