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quarta-feira, 10 de junho de 2015

Aécio anuncia posição do PSDB sobre maioridade penal

  Video: Entrevista coletiva do presidente do PSDB, senador Aécio Neves

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, anunciou hoje (09/06), em Brasília, o consenso do PSDB em torno de três propostas no debate sobre a maioridade penal no Brasil.

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, anunciou hoje (09/06), em Brasília, o consenso do PSDB em torno de três propostas no debate sobre a maioridade penal no Brasil.

Em coletiva, o senador disse que os tucanos defenderão a PEC que flexibiliza a aplicação da lei no caso de crimes graves cometidos por menores, modifica o ECA e aumenta a pena para autores de crimes graves e o projeto de lei que torna crime hediondo e triplica a pena para adulto que usar menores em práticas criminosas.

Acima trechos da coletiva do senador Aécio Neves.

Propostas do PSDB sobre redução da maioridade penal

http://www.onortao.com.br/noticias/video-entrevista-coletiva-do-presidente-do-psdb-senador-aecio-neves,43821.php

terça-feira, 2 de setembro de 2014

"O senador Aécio Neves convoca cúpula tucana para redefinir estratégicas"


"O candidato Aécio Neves convoca cúpula tucana para redefinir estratégias"






- Matéria publicada pelo portal da Revista Veja: “Aécio convoca cúpula tucana para redefinir estratégias”, em que informa sobre coletiva organizada hoje pelo candidato e seu partido para esclarecer boatos que surgiram nos últimos dias a respeito da candidatura de Aécio e os rumos da campanha. Depois do desgaste provocado pelas declarações feitas pelo coordenador da campanha de Aécio Neves (PSDB), o senador José Agripino Maio (DEM), de que o tucano poderia apoiar a ex-senadora Marina Silva (PSB) no segundo turno, a cúpula tucana vai se reunir na tarde desta terça-feira em São Paulo para tentar conter boatos sobre o enfraquecimento da campanha do candidato. Os cardeais tucanos, incluindo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, discutirão os efeitos da manifestação do democrata sobre uma possível aliança com a candidata do PSB no segundo turno – e como rechaçar rumores como o de que Aécio poderia desistir de disputar o Palácio do Planalto. Além do episódio Agripino, a reunião do PSDB, convocada às pressas, vai discutir como alavancar a campanha de Aécio em São Paulo. Com patamar aquém do esperado também em Minas Gerais, onde foi governador por duas vezes e elegeu facilmente o sucessor, Aécio utilizará parte desta semana para traçar estratégias para tentar conter o crescimento das adversárias Marina Silva e Dilma Rousseff em território mineiro. Ele estará na próxima quinta-feira em atos políticos no Belo Horizonte e Uberlândia para motivar parlamentares e prefeitos tanto em favor de sua candidatura quanto em prol da campanha do ex-ministro Pimenta da Veiga, segundo colocado na disputa pelo governo. Originalmente, Aécio Neves cumpriria agenda em Brasília nesta terça em um “dia de senador”. Depois do desgaste com o episódio Agripino e com a constatação de que ele ainda não conseguiu encontrar um caminho para voltar a ser competitivo na disputa presidencial, Aécio decidiu discutir como adaptar a campanha ao novo momento político.

* Matéria publicada pelo perfil de Revista Veja

sábado, 14 de junho de 2014

Aclamado candidato, Aécio promete varrer o PT do poder



Fonte: Reuters Brasil


Link: http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRKBN0EP0X320140614?sp=true

Aécio diz que será o presidente que mudará o Brasil e prevê PT varrido do poder


Por Eduardo Simões e Bruno Federowski

SÃO PAULO (Reuters) - Em clima apoteótico e recheado de menções ao avô Tancredo, o senador Aécio Neves foi oficialmente declarado candidato do PSDB à Presidência da República e previu neste sábado que um "tsunami" varrerá o PT do poder e permitirá um "reencontro" do Brasil com a decência.

"Sou candidato à Presidência da República para mudar o Brasil!", disse Aécio ao término de seu discurso. "Até a vitória!"

Aécio fez elogios ao governo do ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso e bateu duramente no governo do PT, que há quase 12 anos comanda o Executivo federal.

"A cada dia que passa, por cada Estado e região pelo qual ando, eu percebo que não há apenas mais uma brisa, mas uma ventania por mudança, um tsunami que vai varrer do governo federal aqueles que lá não têm se mostrado dignos e capazes de atender às demandas da população brasileira", disse.

O tucano, que foi aclamado com o slogan "Aécio, a gente quer você", também disse que o PSDB manteve sua coerência no período em que esteve na oposição, mas atacou o PT pelo que chamou de coerência do partido governista.

"Aqueles que foram contra o Plano Real é que hoje permitem a volta da inflação, quem foi contra a Lei de Responsabilidade Fiscal é quem hoje realiza a maldita contabilidade criativa", disparou, acrescentando que estava ali para "dar um basta".

Em tom emotivo, o candidato tucano agradeceu à família --sua filha mais velha Gabriela estava presente--, lembrou a mulher Letícia e seus gêmeos que nasceram recentemente e fez um agradecimento ao pai, Aécio Cunha, e ao avô Tancredo.

Entre as menções a Tancredo, destacou-se um vídeo do poeta Ferreira Gullar lendo um poema que fez em homenagem ao ex-presidente quando da sua morte.

Usou também boa parte de seu discurso para citar realizações do governo FHC, como os programas sociais que deram origem ao Bolsa Família no governo do petista Luiz Inácio Lula da Silva, a estabilização econômica e a criação das agências reguladoras, além de feitos na saúde e na educação.

"O Plano Real não garantiu apenas o poder de compra do salário. O Plano Real reconquistou para o Brasil o mais simbólico valor de que uma nação pode dispor: a confiança nela própria", disse.

"E não adianta nossos adversários quererem, a história não se reescreve. Ela está aí para ser revisitada e reconhecida", alfinetou o mineiro, que fez uma menção especial ao ex-governador de São Paulo José Serra, com quem posou de mãos dados ao fim do discurso do colega de partido.

Serra foi o presidenciável tucano pela segunda vez em 2010, quando Aécio já despontava como nome natural do partido. E novamente agora, durante um bom tempo houve sinais de que o ex-governador paulista desejava ser novamente candidato a presidente.

Aécio disparou críticas à gestão do governo do PT na economia e questionou os financiamentos secretos dados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para obras em países que classificou como "alinhadas ideologicamente" com a gestão petista.

"Asseguro aos senhores: dentro de pouco tempo vou mostrar ao Brasil em que condições esses financiamentos se deram e quais benefícios eventuais trouxeram ao país", prometeu.

O tucano criticou ainda o que chamou de "reiterada e perversa tentativa de dividir o Brasil ao meio" por parte do PT.

"Temos que lutar, com toda nossa energia, para derrubar os muros que dividem os brasileiros em várias condições."

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

"Aécio tem o apoio unânime do PSDB" diz o Senador Cássio Lima



Grupo de Aécio usa encontro do PSDB para sepultar prévias

Após volta de Serra à cena, aliados do senador mineiro descartam disputa interna por candidatura presidencial

'Isso é um assunto superado', diz Cunha Lima; dirigentes estaduais cobram visitas ao Nordeste
DE BRASÍLIA

Com o objetivo de abafar as recentes movimentações de bastidor do ex-governador José Serra, o senadorAécio Neves (PSDB-MG) reuniu ontem em Brasília dirigentes dos 27 diretórios estaduais tucanos em um ato de apoio à sua candidatura à Presidência da República em 2014.

Embora o tema não tenha sido objeto explícito do encontro, os tucanos sinalizaram descartar a realização de prévias para a escolha do candidato, como defende o grupo de Serra, e cobraram maior presença deAécio nos Estados para aumentar o contato direto com os eleitores.

Candidato derrotado à Presidência em 2002 e 2010, Serra tem dito a aliados que ainda mantém esperanças de disputar sua terceira eleição ao Palácio do Planalto.

Para isso, poderia estimular uma disputa interna com Aécio ou migrar para o PPS.

Apesar da movimentação do ex-governador, a ordem interna na legenda é apoiar o nome de Aécio, que é presidente do PSDB, e unificar o discurso na defesa de seu nome.

"Esse jogo está jogado, existe uma decisão unânime do partido de apoio ao Aécio. As posições de alguns dirigentes que eram individuais foram unificadas. Não se falou em prévias, isso é um assunto superado", disse o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), que participou do encontro.

Em entrevista, Aécio repetiu o discurso de que pretende buscar o apoio de Serra, cujo grupo o acusa de ter feito "corpo mole" nas campanhas presidenciais do tucano.

"Serra faz parte da história do PSDB. É sempre uma decisão dele [ficar ou sair do partido], mas nossa expectativa é que ele permaneça na trincheira que sempre foi dele, na trincheira que sempre foi nossa", afirmou o senador tucano.

No encontro, os dirigentes regionais do PSDB pediram que Aécio faça visitas aos Estados de forma frequente, especialmente nas regiões Norte e Nordeste --principais redutos eleitorais do PT, onde o pré-candidato tucano é menos conhecido.

"O partido está animado, há um entusiasmo visível. Agora é fazer o dever de casa e unificar o discurso do PSDB", disse Cunha Lima.

O evento reuniu os presidentes e secretários-gerais estaduais do PSDB, que serão mobilizados pela cúpula da sigla a organizarem investidas de Aécio nos Estados.

O senador falou aos dirigentes no final do encontro, com a promessa de tornar permanentes as conversas com os diretórios.

"Essa é a mais importante reunião do partido desde que eu assumi a Presidência do PSDB. A nossa ideia é que nós façamos disso um processo permanente", disse Aécio aos dirigentes tucanos
Folha de São Paulo

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Sérgio Guerra diz que Dilma deveria copiar os modelos energéticos de Minas, SP e PR

PSDB diz que para baixar conta de luz, Dilma devia seguir os exemplos dos governos de SP, MG e PR




O PSDB reagiu rápido a estratégia do Palácio do Planalto de jogar para cima da oposição um eventual recuo na sua promessa de reduzir em média 20% a conta de luz dos brasileiros.

A medida foi anunciada em plena campanha eleitoral, na tradicional cadeia nacional de rádio e TV que o presidente da República de plantão costuma convocar na véspera da comemoração da independência do pais, embora o benefício só fosse ser implementado em janeiro.

A presidente Dilma Rousseff esqueceu-se, na ocasião, de explicar que a medida estaria a adesão das empresas estaduais de energia de arcar com a maior parte desta conta, sem que o governo federal abrisse de quase nada da sua gorda fatia de impostos federais que pesam hoje sobre a conta de luz de todos os brasileiros, não só de alguns.

A iniciativa de Dilma foi encarada pelo mercado como uma repetição do filme da Petrobrás, que perdeu para a Ambev na semana passada o posto de maior empresa da América Latina, por conta das inúmeras intervenções políticas em sua gestão.

Numa clara demonstração de que as críticas feitas hoje à MP 579 não tem nenhum viés partidário ou oposicionista, basta lembrar o que o ex-presidente da Eletrobras no governo Lula, Luiz Pinguelli, Rosa disse na semana passada: o governo corre o risco de não garantir a economia anunciada para os consumidores, comprometer o fornecimento de energia do país e ainda gerar desemprego.

O fato é que os brasileiros merecem sim uma conta de luz menor. Mas é fato que o setor de energia precisa também de mais investimentos. Haja visto os sucessivos apagões que o Brasil tem enfrentado nos últimos meses.

Em Brasília mesmo, eles têm sido quase que diários. Cada dia em um bairro ou área diferente, trazendo transtornos para o trânsito, comércio e até mesmo para o setor público federal.

O presidente nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra, divulgou nota oficial cobrando que a presidente Dilma honre a promessa às vésperas do primeiro turno das eleições municipais, caso contrário “será acusada de estelionato eleitoral”.

Guerra destacou que para tanto, bastaria que que o governo seguisse o exemplo das administrações tucanas de São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Lá, a conta de luz, especialmente dos mais pobres, já é mais barata.

Em São Paulo e Minas, graças a isenção de ICMS garantida àqueles que consonem até 90kW/hora.

No Paraná, 200 mil famílias com renda per capita inferior a um salário mínimo, que moram em casas de até 50 metros quadrados e consomem até 100 kw/mês, estão isentas da conta de luz. Isso quer dizer que a conta de luz dessas famílias é paga pelo Estado.

“Uma situação que não se repete em estados sob o comando do PT, como o Rio Grande do Sul’, alfineta ainda Guerra.

E conclui: “Neste instante, o que está em discussão não é a redução das tarifas de energia, com a qual nós concordamos integralmente, mas a demagogia do governo.Afogado em notórias dificuldades, o PT recorre ao falso argumento de que é o único que defende os pobres. Os ‘defensores dos mais pobres’ estão a caminho da cadeia, punidos pela Justiça. Não somos cúmplices daqueles que levaram a Petrobras à delicada situação em que se encontra, nem tampouco dos que levaram a Eletrobras a perder, em poucos dias, quase 50% de seu valor de mercado. O PT está em busca de um discurso populista, sem a menor responsabilidade democrática”.

Fonte : Adriana Vasconcelos

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Aécio deve comandar o PSDB em 2013

Senador Aécio Neves 




Ala mineira lança senador para a presidência da sigla; ele só não assume se optar por indicar aliado de estreita confiança

Ideia é antecipar a exposição nacional do principal nome tucano para a eleição presidencial de 2014

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) deve assumir o comando nacional do PSDB a partir do ano que vem. Seu nome foi lançado formalmente ao posto por dirigentes da ala mineira do partido e, mesmo aliados de José Serra, seu adversário interno, admitem que, se Aécio quiser, será presidente do PSDB.


O senador é a principal aposta dos tucanos para disputar a Presidência da República em 2014. A ideia é usar o espaço institucional que ele teria como presidente da sigla para antecipar sua apresentação, especialmente nas regiões Norte e Nordeste.

Como comandante do PSDB, Aécio poderá usar 40 propagandas semestrais na TV a que o partido tem direito para divulgar suas plataformas.

Procurado, Aécio não negou a articulação. Disse, via assessoria, que não está "pleiteando" a presidência do PSDB, mas que não "tomará nenhuma decisão sem antes consultar FHC, Sérgio Guerra, o governador Geraldo Alckmin [SP] e José Serra".

O tucano só não ficará com o cargo se optar por emplacar um aliado de sua estrita confiança, que seguisse suas orientações. Segundo alguns tucanos, com essa composição Aécio teria mais flexibilidade para tocar as negociações por alianças em 2014

A articulação para emplacar o senador mineiro no comando da sigla tem o apoio do atual presidente da sigla, deputado Sérgio Guerra, e foi oficializada pelo presidente do PSDB em Minas Gerais, deputado Marcus Pestana.

"Se depender de mim, Aécio será meu sucessor", disse Guerra à Folha ontem.

Em artigo publicado anteontem no jornal mineiro "O Tempo", Pestana defendeu que o partido realize um congresso nacional no primeiro semestre do ano que vem para redefinir seu programa -parte da agenda de "renovação" pregada pela sigla.

"Poderíamos culminar na convenção nacional com a eleição de Aécio Neves para a presidência nacional do partido, apontando claramente, sem nenhuma ambiguidade, que o PSDB travará o bom combate em 2014", diz o deputado, no fim do texto.

Em outubro, Pestana sugeriu em texto entregue a Sérgio e ao ex-presidente FHC, diretrizes para a realização do congresso tucano, mas não mencionou a condução de Aécio à chefia da sigla.

ALA PAULISTA
Nesse texto, Pestana sugere que o partido promova encontros estaduais e municipais para redefinir sua bandeira. A propostas é muito semelhante às apresentadas, este mês, por duas alas do PSDB paulista. Todos os documentos defendem a "renovação" do partido e atualização de suas propostas após os debates com as bases.

Em São Paulo, a pauta da renovação no PSDB ganhou força após a derrota de Serra na disputa à prefeitura este ano. Aécio pregava a "refundação" da sigla desde a derrota do rival para a presidente Dilma Rousseff, em 2010.

Se em 2010 Serra saiu enfraquecido da eleição, o naufrágio deste ano lhe tirou ainda mais fôlego. Nos bastidores, serristas defendem, que o melhor seria buscar uma composição com Aécio. Mas não sabem se Serra faria isso.

"É cedo para falar em sucessão, mas não há nada a se estranhar. Aécio é um nome de exposição nacional, que poderia vir a ser [presidente da sigla]", disse o ex-governador Alberto Goldman, do grupo de Serra.

Frases

"[Não vou] tomar nenhuma decisão sem antes consultar FHC, Sérgio Guerra, o governador Geraldo Alckmin e José Serra"
AÉCIO NEVES - senador pelo PSDB

"Se depender de mim, Aécio será meu sucessor"
SÉRGIO GUERRA - deputado e presidente do PSDB

"É cedo para falar em sucessão, mas não há nada a se estranhar. Aécio é um nome de exposição nacional, que poderia vir a ser presidente"
ALBERTO GOLDMAN - ex-governador (PSDB-SP)

Aecio Neves : Facebook
Drops Misto

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Aécio : "È natural uma aliança entre o PSDB e o PSD"

Aécio critica governo por compras sem licitação


Por Gustavo Uribe/Revista Veja

São Paulo - O senador Aécio Neves (PSDB-MG) avaliou nesta tarde, como um "péssimo exemplo" para o Brasil, o aumento em 8%, em 2011, das compras e contratações de serviços com dispensa ou inexigibilidade de licitação, o que atingiu R$ 13,7 bilhões na administração federal, autarquias e fundações. A edição de hoje do jornal "O Estado de S. Paulo" mostra que, segundo dados mais recentes do Ministério do Planejamento, a assinatura de contratos com empresas escolhidas sem concorrência nos dez primeiros meses do governo Dilma Rousseff atingiu 47,84% do total, quase metade do orçamento dessas despesas, a maior fatia desde 2006.

Em entrevista coletiva, após reunião com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, na capital paulista, o senador tucano considerou que, nesse aspecto, o governo federal toma "caminho inverso ao da transparência" pública. "Esse é um aspecto que faz com que o governo federal comece mal", frisou. Ele avaliou ainda como "extremamente abusiva" e "impressionante" a informação de que os gastos feitos sem procedimento licitatório, no primeiro ano do governo da presidente Dilma Rousseff, tenham sido 94% maiores do que em 2007."É o caminho inverso da administração moderna, é o caminho inverso da transparência", criticou.

Ao lado do presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, o senador tucano reuniu-se por cerca de uma hora com o governador de São Paulo, no Palácio dos Bandeirantes, sede da administração paulista. No encontro, segundo Aécio Neves, foi feita uma avaliação geral do quadro eleitoral nacional, abordando, inclusive, a disputa municipal de São Paulo.

Na saída, o senador tucano minimizou a força do apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao pré-candidato do PT, Fernando Haddad, e disse ser "natural"uma aliança entre PSDB e PSD na corrida municipal. "Eu acho que aqui seria uma aliança natural, até porque esse encaminhamento já vem acontecendo ao longo dos últimos anos", disse.

A aposta de lideranças do PSDB é de que, no encontro desta quarta-feira, tenha sido discutido uma estratégia para evitar o recente movimento político do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, o qual tem defendido uma dobradinha entre PT e PSD para as eleições deste ano. O presidente nacional do PSDB informou que ainda hoje (18) se reunirá, na capital paulista, com o ex-governador de São Paulo José Serra, nome favorito de Geraldo Alckmin para a disputa municipal de São Paulo.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Aécio vai a Salvador ouvir o PSDB local

Notas de Minas: Aécio vai a Salvador ouvir o PSDB local: PINGAFOGO O senador Aécio Neves (PSDB-MG) começa a pôr o pé na estrada e estará hoje em Salvador, na Bahia governada pelo petista Jaques...

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Aécio foi o momento propositivo do programa do PSDB

Na TV, PSDB defende era FHC e ataca governo Dilma

13/10/2011 - 18h52
DE SÃO PAULO - Folha
O programa político do PSDB que foi ao ar em rede nacional de TV na noite desta quinta-feira faz uma defesa da gestão de Fernando Henrique Cardoso na Presidência (1995-2002) e traz o próprio ex-presidente como um dos seus principais destaques.
Com o discurso de combate à inflação, "o maior mal para os trabalhadores", nas palavras de FHC, o programa cita o Plano Real, a Lei de Responsabilidade fiscal e diz que "as principais reformas" feitas no Brasil foram realizadas pelo partido.
Sem citar Lula, FHC diz que o controle das contas do governo foi importante para que o país conquistasse uma série de avanços e refere-se à gestão do sucessor como de continuidade.
"Na época tínhamos certas dúvidas se as mudanças ficariam se mudasse o governo. Por que o PT se opôs a tudo, mas mudou o governo e eles entenderam que era melhor seguir o caminho."
O ex-governador José Serra, que chegou a reclamar por ter ficado de fora das inserções da sigla em São Paulo, também aparece no programa. Cabe a ele fazer as críticas mais diretas ao governo federal, citando problemas na saúde, como o crack, a falta de infraestrutura em transportes e a falta de segurança.
"Não se trata de fazer a crítica pela crítica. É que fiscalizar, apontar o que está errado, ajuda a melhorar. Obriga o governo que está aí há nove anos a trabalhar melhor", afirma Serra, após dizer que a "corrupção" e a "incompetência" ameaçam "progressos sociais".

AÉCIO
Em um segundo momento do programa, mais propositivo, Aécio Neves defende uma "gestão eficiente" do governo e apresenta exemplos de boas práticas de gestões tucanas nos Estados.
O senador mineiro, que já se colocou como possível nome na disputa presidencial de 2014, ocupa quase dois dos dez minutos totais do programa. Tempo pouco superior ao que é dedicado a Serra, com quem Aécio disputa espaço no partido.
O programa também levou ao ar o líder do partido no Senado, Álvaro Dias (PR), o líder na Câmara, Duarte Nogueira (SP), o presidente nacional da sigla, Sérgio Guerra (PE), além dos presidentes do PSDB Mulher, Thelma de Oliveira, e da Juventude do PSDB, Marcello Richa.
Veja a íntegra do programa do PSDB:
Link para vídeo - http://www.youtube.com/watch?v=BxIXrNVGjKk&feature=player_embedded

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Aécio e Anastasia debatem estratégias com bancada do PSDB

Notas de Minas: Aécio e Anastasia debatem estratégias com bancada ...: "Encontros ...O PSDB estadual vai realizar encontros regionais para debater estratégias do partido nas eleições municipais do ano que vem. A..."

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Aécio fez tudo o que podia na eleição para Presidente, diz Sergio Guerra, Presidente do PSDB

presidente do PSDB, Sérgio Guerra, que foi coordenador da campanha de José Serra à Presidência, eximiu o ex-governador de Minas, senador eleito Aécio Neves (PSDB), de qualquer responsabilidade sobre a derrota do presidenciável. “O resultado em Minas foi parelho em relação ao resto do País”, justificou. “Aécio Neves é uma liderança importantíssima. Fez o que podia na eleição para Presidência”, afirmou.


Leia também
PSDB de Minas contra-ataca Xico Graziano
Aécio Neves elogia Serra e deseja que Dilma honre compromissos
Guerra desautorizou o coordenador do programa de governo de Serra, Xico Graziano, que culpou Aécio pela derrota de quase 20 pontos percentuais em Minas, Estado chave para a disputa nacional. No início desta noite, Graziano publicou no Twitter: “Perdemos feio em Minas Gerais. Por que será?”

“Ele (Xico Graziano) está equivocado. Não tem autoridade para fazer o comentário que fez. Se fez, equivocou-se. Eu falo em nome de todos com quem eu conversei hoje”, defendeu Sérgio Guerra. O senador creditou a vitória de Dilma Rousseff nas urnas ao que classificou de “força desproporcional da candidatura”. Para ele, o uso da máquina contra o PSDB foi “fundamental”.

Guerra evitou apontar falhas da campanha de José Serra. “Toda campanha tem muitas falhas, não é o caso de inventário delas hoje”, afirmou. E defendeu que o partido escolha o próximo candidato à Presidência daqui a dois anos.

Futuro de Serra

O senador também evitou falar sobre o futuro de José Serra. “Hoje ele acabou de encerrar uma disputa pela Presidência da República, não faz sentido eu discutir hoje o que ele vai fazer amanhã”. Ele, no entanto, enfatizou que Serra deverá decidir o que quer fazer como oposição.

“O papel de José Serra na oposição e no Brasil será o que ele quiser. Qualquer que seja sua vontade e sua decisão, será partidária e será aprovada por todos, mas a gente não sabe”, garantiu.

Pesquisas

Para Guerra, as pesquisas estavam certas mas também influenciaram eleitores. "As pesquisas nesse caso se confirmaram. E as pesquisas ajudam a confirmar as expectativas. Elas induzem votos também", confirmou.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Aécio : Minas vai escolher em continuar avançando ou por quem quer parar. Sem dúvidas vamos vencer !


Para Aécio, a provável presença do petista na chapa do PMDB não vai alterar a estratégia tucana no estado. "É natural e já era esperado. Agora, Minas terá a opção de escolher se quer continuar avançando ou se quer interromper esse processo. Estamos muito confiantes com a vitória ainda no primeiro turno”, afirmou Aécio. O ex-governador de Minas minimizou ainda a adesão do PR à campanha do pré-candidato da coligação PMDB-PT, encabeçada pelo senador peemedebista Hélio Costa.


Aécio Neves afirmou que, independente do posicionamento da cúpula do PR, os parlamentares da bancada federal do partido já fecharam questão em torno da pré-candidatura do governador Antonio Augusto Anastasia (PSDB). “Cada partido deve tomar o caminho que achar mais adequado, o que tenho em relação ao PR é manifestação da bancada federal, de detentores de mandato, que estiveram ao nosso lado durante esses sete anos e manifestaram intenção de continuar do nosso lado”, afirmou Aécio.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Para Aécio Neves, o PSDB está pronto para o debate !!!!



O “Estado de S. Paulo” desta segunda-feira, 12/04, traz uma excelente entrevista com Aécio Neves. Entre outros pontos, o ex-governador de Minas assegurou seu empenho pela vitória de Serra em Minas e se mostrou confiante na comparação entre os métodos de gestão do PT e do PSDB.

Para Aécio, Dilma representa uma incógnita no que diz respeito a sua relação com o PT. O mineiro não acredita que ela terá a mesma ascendência de Lula sobre o partido, o que pode gerar conflitos internos entre as diversas tendências, com consequências para um eventual governo da candidata.

O ex-governador quer, também, deixar claro o caminho histórico do PT: “O que me incomoda é ver o PT tentando vender aos brasileiros a ideia de que o Brasil das virtudes e do desenvolvimento foi construído por eles, quando, em vários momentos cruciais, eles preferiram priorizar o projeto partidário ao nacional. Negaram voto a Tancredo, apoio a Itamar Franco, porque Lula já aparecia em posição boa nas pesquisas para presidente, e na construção da estabilidade, no governo FHC.”

Clique para ler “'A grande incógnita é como será a relação de Dilma com o PT', diz Aécio” no site do “Estadão”

domingo, 11 de abril de 2010

Discurso de Aécio Neves no pre-lançamento da Candidatura de José Serra à Presidencia da República

Brasília, 10 de abril de 2010


Meu boa tarde a todas as companheiras, a todos os companheiros

tucanos, do Democratas, do PPS e, em especial , aqueles que sem

filiação partidária participam de um ato absolutamente definitivo para

a história deste país.

Eu começo as minhas palavras dizendo que mais que o lançamento ou o

pré-lançamento de um candidato, nós estamos aqui, governador José

Serra, reunidos para consagrar aquilo que eu dizia, e muitos de nós

dizíamos ao longo dos últimos anos: que a unidade do PSDB era o mais

vigoroso instrumento para que nós pudéssemos ver no Brasil de novo o

governo que privilegiasse o mérito e o resultado.

Caminhei ao lado do governador José Serra durante todo o ano passado

por toda a parte deste país.

Discutimos ideias, apresentamos propostas. Mas ,em muitos destes

encontros, dos quais muitos que estão aqui participaram, eu dizia

sempre: nada haverá de nos afastar de nosso compromisso prioritário

com os brasileiros. Isso passa, repito mais uma vez, pela nossa

unidade. E no momento,em que, no final de dezembro do ano passado,

declarei-me não mais candidato do PSDB, eu dava o primeiro claro sinal

de que estaria ao seu lado, governador José Serra, porque acima de

projetos pessoais, legítimos que sejam, está o interesse maior de

construirmos um Brasil diferente.


Hoje, portanto, em nome dos governadores que me dão o privilégio de

aqui usar da palavra, quero dizer que estamos iniciando um grande

embate. É preciso, principalmente que, nós que aqui estamos, saibamos

que o PSDB e seus aliados estão, sim, preparados para o debate sobre o

futuro desse país. Estamos preparados para o debate sobre o presente,

mas, se quiserem, como alguns têm dito, vamos discutir e debater o

nosso passado porque não há nada que nos envergonhe.


Companheiros e companheiras,

Ao contrário do que muitos querem permanentemente fazer crer, o

Brasil não foi descoberto em 2003. Os avanços que hoje ocorrem, e eu

os reconheço, no Brasil , vieram a partir da luta e do trabalho de

muitos democratas que hoje estão aqui participando deste ato.

Ao PT, partido com o qual disputaremos principalmente estas eleições,

também não é lícito julgar que a sua história se resume aos 8 anos de

governo do presidente Lula. A história do PT vem de longe e vamos,

portanto, a este debate. Porque se o Brasil é hoje um Brasil melhor

foi porque em 1985, ainda sem fundarmos o PSDB, todos que estamos aqui

estivemos ao lado do presidente Tancredo Neves para reconstruirmos a

democracia. Eles não. A ele negaram o seu voto porque o projeto

partidário para eles era e sempre foi prioritário.


O tempo passou. Tivemos a Constituição, uma discussão extremamente

complexa. Aprovamos na Constituinte de 88 a nova Constituição

brasileira. Mais uma vez eles a negaram através de suas mais

eloquentes vozes.


Passou-se o tempo. Um presidente foi afastado do governo por

impeachment. O Brasil , ainda fragilizado na sua tenra democracia.


Assume o governo um grande brasileiro, meu ilustre conterrâneo Itamar

Franco, que convocava as forças de bem deste país para que lhe dessem

sustentação naquele processo de transição. Lembra-se bem nosso

presidente Fernando Henrique, nosso maior líder, nós estivemos lá, ao

lado do presidente Itamar. Eles mais uma vez não, porque o projeto

partidário sempre foi prioritário.


O tempo passou. Veio o governo do presidente Fernando Henrique. E aí a

mais fecunda e profunda transformação na vida dos brasileiros e,

principalmente, dos brasileiros mais pobres, que foi o Plano Real com

o fim da inflação. Nós estivemos lá ao seu lado garantindo a

estabilidade da economia. Eles mais uma vez não. Negaram seu voto à

estabilidade econômica.


O Brasil se modernizou. Veio a Lei da Responsabilidade Fiscal, o mais

importante marco da administração pública moderna. Nós a compreendemos

e votamos a favor dela. Eles mais uma vez não. Modernizamos, sob o

comando do presidente Fernando Henrique, a economia brasileira.

Privatizamos, sim, setores que precisavam ser privatizados, como a

telefonia, como a siderurgia. E eles, mais uma vez, não. Negaram

espaço à eficiência.



Lembro-me, presidente Fernando Henrique, da luta, do trabalho, da

obstinação de dona Ruth Cardoso ao construir uma nova proposta de

transferência de renda para os mais pobres, partindo absolutamente do

nada. Criando cadastros que não existiam , o início do programa de

transferência de renda que teve o nosso apoio. Mas o deles não,

porque não era deles a proposta.



Portanto, presidente Fernando Henrique, governador José Serra,

companheiro Rodrigo Maia, companheiro Roberto Freire, amigos e amigas.

É preciso que nós possamos visitar a fundo a nossa história, porque é

a partir do conhecimento de nossa história que os brasileiros vão

escolher o seu futuro.



Vem, portanto, o rodízio natural do poder, natural e saudável na

democracia. Assume o presidente Lula. E eu quero aqui de público,

frente a frente com meus companheiros, reconhecer virtudes do

presidente Lula. Mas uma, uma acima de todas as outras: ele manteve

absolutamente inalterada a política econômica do presidente FHC. Teve

a responsabilidade de avalizar aquilo que de bom foi feito neste país.

E é ele, mais do que ninguém, que avaliza o governo de V.Exª

Portanto, eu venho aqui, hoje , dizer aos tucanos e às tucanas, aos

democratas, aos companheiros do PPS: não teremos uma travessia fácil

pela frente. Mas quero dizer, agora diretamente a V.Exª., ao amigo,

companheiro José Serra: a partir desse dia de hoje, a sua voz será a

nossa voz, das montanhas de Minas ao Nordeste deste país. Ao Sul, ao

Centro-Oeste, ao Norte.



Cada um de nós haverá de ecoar as suas propostas para dizermos de

forma definitiva que queremos um governo que avance mais, que faça

menos propaganda e que trabalhe, sim, não para que o governo esteja a

serviço de um partido político. Mas, ao contrário, os partidos

políticos estejam a serviço de um país.


Hoje é um dia de enorme alegria. Venho com o coração cheio de

esperança, governador José Serra, porque tenho a convicção de que

passo a passo, com a história que nós construímos e que nos credencia

a dizermos que, se o Brasil hoje é muito melhor – e ele é, é porque

nós tivemos em todos os momentos a grandeza de colocar os interesses

nacionais acima dos interesses individuais ou partidários e ,mesmo

recentemente, fizemos isto.


Portanto, é hora do trabalho. Não do trabalho formal e protocolar: do

trabalho daqueles que acreditam que é possível fazer deste país um

país muito maior , fzermos uma rápida inserção na comunidade dos

países desenvolvidos,com a experiência dos nossos governos, com a

seriedade e a responsabilidade de nossos gestores.


Ninguém tem proposta melhor para este país do que o companheiro José

Serra. E ao seu lado eu estarei , a partir de Minas Gerais, das

montanhas de Minas para, ao seu lado – onde seja convocado, governador

José Serra - fazer com que sua voz possa ecoar por todo o país.


E, aqui de público, para que esse simbolismo marque o encerramento

deste encontro, após a fala de V.Exª. de público, quero convidá-lo

governador José Serra , para que inicie a sua peregrinação pelas

terras mineiras, para que os exemplos dos nossos grandes homens

públicos possam inspirá-lo cada vez mais. E as nossas montanhas de

ferro possam lhe dar forças para essa caminhada, que não será fácil,

mas será uma caminhada vitoriosa porque ao seu lado estarão homens e

mulheres que acreditam na administração pública, não como instrumento

de valorização de uma facção, mas como instrumento da realização dos

anseios e dos sonhos de milhões de brasileiros.

Hoje ,Minas aqui está, presente e de pé, para dizer que a partir deste

momento o candidato de Minas é o governador José Serra, pois ele

encarna os melhores valores e os melhores princípios que conduziram o

Brasil até aqui.


Com generosidade, com amor ao Brasil

Até a vitória da decência e do trabalho.!

Até a vitória de Jose Serra para Presidente da República. !

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Aécio Neves no Senado será muito mais útil ao Brasil do que como Vice.


Governador se candidata ao Senado para consolidar liderança nacional


Fonte: Jornal do Comércio
A disposição do governador de Minas, Aécio Neves, de disputar uma cadeira no Senado faz parte de uma estratégia para consolidar seu nome como uma liderança nacional, afirmou nesta quinta-feira o presidente do diretório estadual do PSDB, deputado federal Nárcio Rodrigues. Aécio e o governador de São Paulo, José Serra, combinaram um encontro na próxima semana.

Tucanos mineiros asseguram, porém, que praticamente não há chance de o governador aceitar compor como vice numa chapa encabeçada pelo colega paulista. “O Aécio queria ser candidato à presidência, mas não deu. É candidato a senador e a chegar em Brasília credenciado para exercer a sua liderança nacional”, afirmou Nárcio.
Aliados do mineiro não escondem a irritação com a tese da chapa puro-sangue, considerada “deselegante” e “constrangedora”. Interlocutores de Aécio também encaram com bastante ceticismo a hipótese de Serra possa desistir da disputa na última hora, optando por concorrer à reeleição. Prova disso é que o PSDB-MG já decidiu lavar as mãos em relação à definição da estratégia presidencial do partido, com o argumento de que o diretório regional foi “derrotado” no processo interno.

Nárcio disse que não fará pressão para que Serra anuncie sua candidatura. “Não podemos questionar o time dele e nem questionar o partido, mas não podemos deixar de dizer que o partido fez a escolha que seguia a lógica do governador Serra”, ressaltou.
De acordo com o presidente do PSDB-MG, Serra solicitou uma conversa com Aécio porque vive um “momento de definição” e precisa ouvir as principais lideranças do partido. Nesta quinta-feira, o vice-governador e pré-candidato do PSDB ao governo em Minas, Antônio Anastasia, observou que a vontade de que Aécio seja candidato à presidência ainda “existe e permanece”, mas salientou que ele já manifestou publicamente que irá se candidatar ao Senado.

Porém, partidários de Aécio afirmam reservadamente que a construção de uma chapa envolvendo os dois governadores esbarra no fato de que eles possuem estilos muito diferentes, “incompatíveis para uma caminhada conjunta”. Alegam que o mineiro não tem vocação para ocupar um espaço de “submissão” que costuma ser reservado aos vices e prefere ser “dono de seu mandato”. Pela estratégia do PSDB mineiro, o governador retornaria ao Congresso liderando uma “renovação” para chegar à presidência do Senado ou mesmo da legenda tucana.


Link da matéria: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=20483&codp=25&codni=3

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Aécio Neves no Jornal O Globo e em Santa Catarina


Aécio se reúne com lideranças do PSDB e empresários de Santa Catarina


Em mais uma de suas viagens pelo país, o governador Aécio Neves participou nesta segunda-feira em São José, Santa Catarina, de um encontro com lideranças políticas daquele estado, onde voltou a defender uma agenda para o PSDB. Depois, participou de uma reunião com o governador Luiz Henrique e empresários da Brasil Foods. Participaram o presidente da Sadia, Luiz Fernando Furlan, e o presidente da Perdigão, Nildemar Secches. O encontro aconteceu na residência oficial do Governo de Santa Catarina. Antes de viajar para Santa Catarina, Aécio participou pela manhã, no Rio de Janeiro, do seminário “Cenários e Perspectivas para o Brasil”, promovido pelo jornal O Globo, em comemoração aos 40 anos do Caderno de Economia do jornal.



Leia mais em:



http://psdbmg.wordpress.com

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Aècio Neves cria o maior Circuito Cultural do país


Aécio abre exposição sobre Circuito Cultural Praça da Liberdade

O governador Aécio Neves abriu, nesta segunda-feira, dia 3, a exposição Praça da Liberdade: Circuito Cultural – Arte e Conhecimento.


A mostra, instalada na Alameda Travessia, apresenta à população mineira todas as etapas de implantação do Circuito Cultural Praça da Liberdade, que transformará os prédios públicos do entorno do principal cartão postal de Belo Horizonte no maior complexo de cultura do país aberto ao público.


Durante abertura, Aécio falou aos jornalistas sobre a importância para Minas do novo espaço cultural e das viagens ao Norte e Nordeste do País programadas pelo PSDB