Aécio Neves é a liderança política que elegemos. Aécio é o novo, é o Obama do Brasil. Competente, inteligente, excelente administrador. Senador Aécio Neves, um social democrata, é o politico brasileiro que mais sabe lidar com as diferenças de nossa sociedade. Seus programas sociais, durante seu governo em Minas, superaram os de qualquer outro político brasileiro. Em 2009 e em 2010, Aécio Neves foi considerado o melhor Governador do país !! Voce quer mais ? Então venha para cá !
sábado, 23 de janeiro de 2010
Aécio Neves atinge R$ 3 Bilhões de reais em investimentos sociais com inaguração da Substação da CEMIG
O governador Aécio Neves participou, nesta sexta-feira (22), da inauguração da subestação de energia da Cemig, em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A nova estrutura vai garantir o atendimento a novas demandas de fornecimento de energia elétrica no entorno do município. O Governo do Estado, por meio da Cemig, investiu R$ 27,5 milhões na construção da subestação, com recursos do Programa Cresce Minas e do plano de expansão da empresa.
Durante a solenidade, o governador ressaltou a importância dos investimentos da Cemig naquela região, como pressuposto básico para alavancar o desenvolvimento econômico do Estado. “Essa é uma obra estratégica para o desenvolvimento de Betim, uma cidade estratégica no desenvolvimento de Minas. Talvez seja a cidade que mais cresce hoje no Estado e energia é um insumo absolutamente insubstituível para esse crescimento. A Cemig está capitalizada para fazer investimentos como esse de altíssima qualidade. É um passo além para o desenvolvimento dessa região”, disse Aécio Neves, em entrevista.
Além do governador, participaram do evento o vice-governador Antonio Anastasia, o presidente da Cemig, Djalma Moraes, o vice-prefeito de Betim, Alex Amaral, prefeitos de municípios vizinhos, deputados estaduais e lideranças políticas locais.
A Subestação Betim 5 é alimentada em 138 kV, a partir da subestação de Barreiro 1 e da UTE Igarapé 1, com capacidade instalada de 75 MVA, que pode abastecer uma região com 150 mil consumidores. Além disso, a subestação também está preparada para expansões futuras e pode aumentar sua capacidade também para até 100 MVA. A subestação de Betim 5 é a maior subestação abaixadora para média tensão construída pela Cemig nos últimos 10 anos.
“Esse é mais um investimento da Cemig que vai permitir aumentar o índice de confiabilidade do sistema, além de garantir a qualidade no fornecimento de energia”, disse o presidente da empresa, Djalma Morais. E completou, “o investimento será de mais de R$ 300 milhões. Com isso, nós estaremos atingindo quase R$ 3 bilhões de investimento social, dirigido àquela população desprotegida, população marginalizada”.
Cresce Minas
Um dos programas estruturadores do Governo do Estado, o Cresce Minas está sendo implantado pela Cemig desde 2006, com investimento de R$ 750 milhões, sendo R$ 650 milhões da Cemig e R$ 100 milhões financiados pela Eletrobrás. Em 2009 foram aplicados R$ 150 milhões em linhas de distribuição e subestações, e R$ 61 milhões em média e baixa tensão.
O programa tem como principal objetivo atender o crescimento do mercado de Minas e a recuperação e manutenção dos níveis de qualidade de serviço dentro dos parâmetros regulatórios. Em 2010 estão previstos investimentos de R$ 170 milhões em subtransmissão e de R$ 51 milhões em redes.
Até o fim do ano, o Cresce Minas beneficiará 310 municípios (40% do total de municípios da área de concessão da Cemig), com quatro milhões de habitantes e 1,1 milhão de consumidores, e irá gerar, até sua conclusão, aproximadamente mil empregos diretos.
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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Aécio sai na frente e faz Minas ser o primeiro estado do Brasil a cumprir cronograma de obras
- O governador Aécio Neves autorizou, nesta sexta-feira (22), início imediato das obras no Estádio Raimundo Sampaio, o Independência, em Belo Horizonte. O objetivo é dotar o estádio das condições necessárias para sediar jogos dos campeonatos Mineiro e Brasileiro no período em que o Mineirão estiver fechado ao público para obras de modernização, visando à Copa do Mundo de 2014.
A autorização para início das obras foi dada no próprio Estádio Independência, localizado no bairro Horto, na presença do ministro do Turismo, Luiz Eduardo Pereira Barretto Filho, e do ministro chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Luiz Soares Dulci. As obras estão orçadas em R$ 50 milhões, sendo R$ 20 milhões do Governo de Minas e R$ 30 milhões, federais.“Hoje é um grande dia não apenas para o futebol, mas para o esporte mineiro. Estamos hoje dando o primeiro pontapé concreto para que Minas Gerais possa ter um papel de absoluto destaque na Copa do Mundo de 2014. Os equipamentos que estão sendo viabilizados serão extremamente úteis para o desenvolvimento da nossa cidade e do nosso estado após, também, a Copa do Mundo. Hoje vocês poderão ouvir o barulho das máquinas, porque ainda nesta sexta-feira iniciam-se as obras do novo Estádio Independência”, afirmou o governador, em seu pronunciamento.
Abertura da Copa
Minas é o primeiro estado brasileiro a cumprir integralmente o cronograma de obras estabelecido pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) para as cidades-sede dos jogos da Copa de 2014. Segundo o governador, esse é mais um fato a habilitar o Estado para a disputa pelo direito de abrigar a partida de abertura do campeonato internacional.
“Minas é o primeiro Estado a cumprir integralmente o cronograma estabelecido pela Fifa e, é por isso, que quando falo na possibilidade de nós, por exemplo, abrirmos a Copa do Mundo, é porque estamos nos preparando para isso. Não vejo a mesma velocidade, as mesmas decisões tomadas em alguns outros estados. Portanto, não vamos apenas reivindicar com palavras, vamos demonstrar que o Mineirão, que Minas Gerais, pela sua localização, pode ser um espaço de absoluto destaque na Copa do Mundo”, afirmou Aécio Neves, em entrevista.
Mineirão
O governador disse também que nesta segunda-feira (25), será autorizado o início da modernização do Mineirão. As obras serão feitas em três etapas, com conclusão prevista para dezembro de 2012. O cronograma permitirá que o Mineirão permaneça aberto ao público durante a primeira etapa, que se estenderá até o final de maio. As obras estruturais dessa fase poderão ser realizadas concomitantemente aos jogos dos principais campeonatos.
“Segunda-feira estaremos no Mineirão. Terei pela primeira vez a oportunidade de definir o cronograma definitivo das obras do Mineirão. Vocês saberão quando o Mineirão será fechado, quando será reaberto. Vamos inclusive compatibilizar durante três ou quatro meses os jogos do Campeonato Mineiro, em especial, e mesmo da Libertadores, no Mineirão, com as obras. Será possível. Há um planejamento para isso, mas no momento do início da Copa do Mundo, em junho deste ano, é que estaremos fechando o Mineirão definitivamente para a conclusão das suas obras”, disse o governador.Conforto e segurança
As obras do estádio Independência serão executadas pela Andrade Valladares Engenharia e Construção e deverão estar concluídas até outubro deste ano. A partir dessa data, o Independência terá capacidade para abrigar os principais campeonatos de futebol estaduais e nacionais.
“O Independência será praticamente um estádio novo, em condições de já neste ano, a partir de outubro, sediar as últimas rodadas do Campeonato Brasileiro e, no ano que vem, o Independência será o grande palco do futebol mineiro e do futebol nacional”, disse Aécio Neves.
A Arena do Jacaré, localizado em Sete Lagoas, a 62 km de Belo Horizonte, também será alternativa para os jogos no período em que o Mineirão estiver fechado ao publico. O Governo de Minas destinou R$ 8,6 milhões para a reforma, sob responsabilidade da CBR Construtora. O prazo para entrega é março próximo.
Estiveram presentes o prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, o presidente do Conselho de Administração do América Futebol Clube, Afonso Celso Raso, o presidente do Atlético Mineiro, Alexandre Kalil, os secretários de Estado de Esportes e da Juventude, Gustavo Corrêa, de Turismo, Érica Drumond, e de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
"Aécio é o Cara" é o título de um Blog de Belem do Pará. Até lá ele é o Cara !.
E o Aécio, heim?
É o cara.
Também ele é o cara.
Está com tudo e não está prosa.
Tirou de cima dele o peso de ficar eternamente respondendo à pergunta se seria ou não candidato a presidente da República pelo PSDB.
Já disse que não vai ser.
Com isso, passou a bola - da pressão - inteiramente para o governador de São Paulo, José Serra.
Feito isso, ou seja, uma vez tendo anunciado que desistiu definitivamente de ser candidato a presidente,
Aécio continua a ser cortejado.
E como!
É cortejado no próprio PSDB, que o tem como objeto do desejo para ser o vice de Serra.
E tem sido bem tratado pela oposição.
Na última terça-feira, por exemplo, Lula e três ministros - Dilma Rousseff, é claro, entre eles - inaugurou a barragem do rio Setúbal, em Jenipapo de Minas (MG), incluída no PAC, mas feita com o governo do Estado ao custo de R$ 204 milhões - 90% da União.
Aécio não foi ao evento.
Foi representado pelo presidente da Fundação Rural Mineira, que não discursou.
Mesmo assim, o governador mineiro foi alvo de afagos.
Dilma disse que ele tem sido "parceiro exemplar" do governo federal.
Lula disse que "é bom reconhcer que, nesses sete anos de governo, ele (Aécio) esteve presente em todas as obras que vim inaugurar em parceria com o Estado".
Não tenham dúvidas.
Aécio é o cara.
Fonte : Blog Espaço Aberto, Belem < Pará
É o cara.
Também ele é o cara.
Está com tudo e não está prosa.
Tirou de cima dele o peso de ficar eternamente respondendo à pergunta se seria ou não candidato a presidente da República pelo PSDB.
Já disse que não vai ser.
Com isso, passou a bola - da pressão - inteiramente para o governador de São Paulo, José Serra.
Feito isso, ou seja, uma vez tendo anunciado que desistiu definitivamente de ser candidato a presidente,
Aécio continua a ser cortejado.
E como!
É cortejado no próprio PSDB, que o tem como objeto do desejo para ser o vice de Serra.
E tem sido bem tratado pela oposição.
Na última terça-feira, por exemplo, Lula e três ministros - Dilma Rousseff, é claro, entre eles - inaugurou a barragem do rio Setúbal, em Jenipapo de Minas (MG), incluída no PAC, mas feita com o governo do Estado ao custo de R$ 204 milhões - 90% da União.
Aécio não foi ao evento.
Foi representado pelo presidente da Fundação Rural Mineira, que não discursou.
Mesmo assim, o governador mineiro foi alvo de afagos.
Dilma disse que ele tem sido "parceiro exemplar" do governo federal.
Lula disse que "é bom reconhcer que, nesses sete anos de governo, ele (Aécio) esteve presente em todas as obras que vim inaugurar em parceria com o Estado".
Não tenham dúvidas.
Aécio é o cara.
Fonte : Blog Espaço Aberto, Belem < Pará
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Aécio não é Vice de Serra e nem pretende ser.
O vice de Serra
Fonte: Marcos Coimbra – Correio Braziliense
Aécio não é vice de Serra e não pretende ser. Quem o diz é ele, que acrescenta que a probabilidade de que mude de opinião é zero. É tão difícil entendê-lo?
Das muitas coisas aborrecidas da eleição presidencial de 2010, uma das maiores é a insistência de alguns setores políticos e de parte da mídia na tese de que Aécio vai terminar sendo candidato a vice na chapa de Serra. Ele já disse centenas de vezes que não, mas parece que há gente que não o escuta.
Na verdade, essas pessoas apenas não acreditam nas palavras do governador. Para elas, é como se Aécio estivesse apenas fazendo um jogo de cena, fingindo que já teria tomado uma decisão sobre algo que, na verdade, permaneceria em aberto e que continuaria a fazer parte de seus cálculos. Inversamente ao que afirma, a hipótese de ser vice de Serra ainda estaria viva em seus planos.
Tudo se resumiria a uma questão de oportunidade, da escolha da hora certa em que Serra formalizaria o convite e Aécio aceitaria. Nada além de encontrar o jeito de se aproximar do outro com uma abordagem irrecusável, de, como um bom sedutor, fazer a proposta à qual ele não resistiria. Depois de cortejá-lo, de dar o bote.
Faz mais de ano que o assunto vai e vem, sem que Aécio tenha feito nem sequer um movimento que sustente a tese. Ao contrário, tudo o que ele fez foi na direção oposta.
Não havia nenhuma razão para que ele considerasse previamente encerrada a discussão sobre como seu partido iria participar da sucessão de Lula. Serra sempre esteve bem nas pesquisas, mas isso nunca foi motivo para que sua candidatura tivesse que ser encarada como inexorável e única. De um lado, por sua vantagem ser, em grande parte, explicada pelo seu maior nível de conhecimento, fruto da participação em uma disputa nacional e várias majoritárias em São Paulo. De outro, pelo próprio Serra haver desistido de concorrer na eleição passada (quando tinha números semelhantes), ao perceber que suas chances de perder eram altas.
Quando, ainda em 2008, Aécio começou a defender que o PSDB fizesse prévias entre seus filiados para escolher o nome que o representaria na eleição, ele estava genuinamente convencido de que elas eram possíveis e salutares para o partido. Talvez levando em conta o quanto haviam sido instrumentais para que Obama se tornasse candidato frente ao favoritismo de Hillary Clinton, ele lutou durante meses para que fossem adotadas.
Não foi por manobra ou sabedoria de alguém que elas não aconteceram. Como todos os partidos brasileiros, salvo o PT, o PSDB mal sabe quantos são seus filiados, para não dizer seus endereços. Se, em anos anteriores, tivesse havido mais preocupação em manter atualizado esse cadastro, as prévias tucanas poderiam perfeitamente ter sido realizadas.
Quando se revelaram operacionalmente impossíveis, Aécio permaneceu em campo, nunca sinalizando que recuaria para uma composição em que viesse a ser o vice de Serra. Nos últimos meses de 2009, sua disposição de ser o candidato de seu partido não diminuiu um centímetro.
É claro o porquê. Para ele, a possibilidade de ser candidato a presidente é totalmente vantajosa, vencendo ou perdendo para Dilma em outubro. Na vitória, por motivos óbvios. Na derrota, pois se tornaria um nome nacional (provavelmente maior que Serra é hoje) e assumiria o posto de principal liderança de um novo PSDB pós-FHC. Isso mais que compensaria o ônus de ficar sem mandato por alguns anos.
E se fosse o vice de Serra? Caso ele perdesse (coisa que parece perfeitamente possível à luz das pesquisas atuais), Aécio teria trocado uma vaga no Senado por nada. Ou alguém acha que um candidato derrotado a vice-presidente chega a algum lugar? Na dúvida, pergunte a José Paulo Bisol, por exemplo.
Serra não seria Serra se seu vice opinasse em seu governo. Aliás, vice com autonomia costuma ser visto pelo titular como traidor, sem que, para achar isso, tenha que ser José Serra. Ou seja: Aécio continuaria tendo trocado o Senado por quase nada. Sua visibilidade nacional não cresceria uma vírgula durante a campanha e, no governo Serra, permaneceria mínima. O compromisso de que poderia, sabe-se lá quando, ser seu candidato vale tanto quanto uma nota de três reais.
Aécio não é vice de Serra e não pretende ser. Quem o diz é ele, que acrescenta que a probabilidade de que mude de opinião é zero. É tão difícil entendê-lo?
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terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Aécio Neves lança o Carnaval das Cidades Históricas de Minas Gerais
Um dos mais aguardados períodos do ano, o Carnaval tem, desde 2009, mais uma excelente opção para quem pretende curtir a folia com conforto, tranquilidade e ainda conferir o que Minas Gerais tem de mais bonito e tradicional. É o Carnaval das Cidades Históricas, que em 2010 conta com o apoio do Governo de Minas por meio das Secretarias de Estado de Turismo (Setur) e de Cultura (SEC). O lançamento da proposta acontece nesta quinta-feira (21), com intervenções artísticas na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte.
Pelo segundo ano consecutivo, a iniciativa vai tornar a folia ainda melhor para turistas e visitantes. Em sua segunda edição, além de Mariana, Ouro Preto e São João del-Rei, passaram a integrar o projeto as cidades de Diamantina, Sabará e Tiradentes, unindo esforços e realizando a divulgação conjunta de suas programações carnavalescas.
Com uma extensa programação de eventos gratuitos, o Carnaval das Cidades Históricas destaca-se como uma excelente opção para foliões de todo o país, que poderão deleitar-se com a folia realizada no cenário privilegiado do patrimônio histórico e cultural mineiro.
Ao buscar a valorização do carnaval tradicional de rua, a proposta incentiva o aperfeiçoamento das Escolas de Samba e Blocos Caricatos dos municípios participantes; valoriza a composição, edição e publicação de letras e músicas que caracterizem o ritmo samba; e estimula a participação de bandas de músicas regionais, além de orquestras bicentenárias com repertórios históricos e contemporâneos de samba.
A união de Diamantina, Mariana, Ouro Preto, Sabará, São João del-Rei e Tiradentes reforça a importância de cada uma das cidades, tanto pela qualidade de seu patrimônio artístico, histórico e cultural, quanto pela tradição e especificidades de seus carnavais. Levando em conta suas características próprias, cada cidade incrementará as muitas possibilidades de diversão de acordo com suas infraestruturas e modalidade
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Aécio mais uma vez como melhor Governador do país é homenageado pela Revista Isto Ë
Governador mais popular do Brasil, o mineiro Aécio Neves, 49 anos, começou o ano de mangas arregaçadas. O esforço é para eleger o seu vice, Antonio Anastasia, como o próximo governador de Minas Gerais. Para isso, Aécio pretende criar uma ampla aliança política em torno do nome de Anastasia e, na campanha, compensar com o próprio suor as dificuldades naturais de um candidato que jamais disputou uma eleição. A estratégia será intensificada a partir de março, quando o governador deve se afastar do cargo e, assim, tornar possível a sua candidatura, provavelmente ao Senado. A sede do governo, nessas alturas, será a Cidade Administrativa, complexo arquitetônico projetado por Oscar Niemeyer. Manter Anastasia no novo palácio até 2014 é fundamental para o projeto presidencial de Aécio, que tem rejeitado a ideia de este ano integrar a chapa tucana como vice do governador paulista José Serra.
Texto: Revista Isto É
domingo, 17 de janeiro de 2010
Aécio traz novos estímulos e investimentos para a cultura de Minas Gerais
Os programas “Cena Minas – Prêmio Estado de Minas Gerais de Artes Cênicas” e “Filme em Minas – Programa de Estímulo ao Audiovisual”, coordenado pelo Governo Aécio Neves, garantem apoio às produções cênicas no Estado. Artistas, grupos e produtores foram beneficiados, no ano passado, com mais de R$ 5 milhões para desenvolverem produtos que concorreram aos dois editais.
A 3ª edição do Cena Minas, instrumento de fomento à dança, ao teatro e ao circo, da Secretaria de Estado de Cultura e da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), em parceria com o Instituto Cultural Sérgio Magnani e recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, aprovou 34 projetos. Ao todo, foram inscritos 100, sendo 55 do interior e 45 da capital. Na categoria I – manutenção de espaços de grupos de teatro e dança, 11 projetos foram aprovados; a categoria II – formação de público, teve 15 projetos aprovados e a categoria III – aquisição de equipamentos e materiais para circos aprovou oito propostas. O prêmio é de R$ 1,110 milhão.
O Cena Minas foi criado para incentivar e fortalecer as produções cênicas no Estado, nas áreas do teatro, da dança e do circo, garantindo a manutenção de espaços e fomentando a formação de público, por meio da ampliação do acesso à arte. “A intenção da Secretaria com este prêmio é criar um efeito dominó positivo em toda a cadeia produtiva das artes cênicas, além de valorizar o circo como expressão milenar”, ressalta o secretário de Estado de Cultura de Minas Gerais, Paulo Brant, para quem melhorar as condições de trabalho dos artistas cênicos de todo o Estado tem como consequência a realização de mais e melhores espetáculos, ampliando as oportunidades de fruição cultural aos mineiros.
Para a 4ª edição do Filme em Minas foram aproximadamente 300 projetos apresentados. Destes, 33 foram aprovados em nove categorias distintas e serão contemplados com os mais de R$ 4 milhões destinados pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). Na categoria Longas-metragens foram selecionados três projetos; as categorias Publicações, Digitalização de Acervos e Copiagem e Desenvolvimento de projetos selecionaram quatro produções cada; a Incentivo Minas Film Commission ao Cinema Nacional selecionou duas produções; na Curta-metragens seis; cinco na Formato Livre e um na categoria Distribuição de longas-metragens.
“Em sua 4ª edição, o Filme em Minas ganha ainda mais reconhecimento. Foram cerca de 300 projetos apresentados a uma comissão de seleção de grande respaldo. Além disso, com o apoio do programa, produtores, roteiristas, pesquisadores e demais profissionais da área têm projetado as produções mineiras para todo o mundo. Isso mostra que o programa tem alcançando seu objetivo, que é fomentar as diversas formas de manifestação do audiovisual, contribuindo para o fortalecimento da cadeia produtiva do setor no Estado”, concluiu o secretário.
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