sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Mais um gol de placa de Andrea Neves junto as comunidades carentes de MG






Tempo de Solidariedade
Por Ana Vasco, Aecioblog 

O jogador de futebol Juan Pablo Sorín, em uma parceria com o Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) e com o Cruzeiro Esporte Clube entregou, hoje (19/11), na companhia da irmã de Aécio, Andrea Neves, a presidente do Servas, parte das 90 toneladas de alimentos que foram arrecadadas na partida de despedida do atleta, realizada no início deste mês, para entidades que atendem crianças e adolescentes carentes e para Apaes localizadas na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).




Sorín e Andrea entregaram 600 quilos de alimento, distribuídos em 30 cestas, para a
Associação Dinâmicas, que atende cerca de 180 bebês, crianças e adolescentes,
na região do Aglomerado Morro das Pedras. Foto: Carlos Alberto / Secom MG


Com os alimentos arrecadados no dia da partida e doados por Sorín, o Servas montou 45 mil cestas, que serão doadas a instituições que atuam no terceiro setor e a cidades mineiras que decretaram "situação de emergência" por causa das chuvas, em Minas Gerais.



Sorín, Andrea  e as crianças da Associação Dinâmicas,
em Belo Horizonte. Foto: Carlos Alberto / Secom MG



“O Servas busca fazer a ponte entre entidades empresariais e entidades,
sempre com o objetivo de fortalecer ainda mais as nossas
ações de solidariedade. Toda vez que visito instituições beneficentes
de crianças e idosos sinto uma emoção muito grande, mas mais forte ainda
é o sentimento de responsabilidade do nosso trabalho”.

(Andrea Neves, sobre o trabalho quem tem sido desenvolvido
pelo Servas durante o governo de Aécio Neves)

Governo Aécio Neves foca investimentos na região pobre do Estado de Minas







A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico participou nessa quinta-feira (19), em Montes Claros, da instalação oficial da Agência de Desenvolvimento da Região Norte de Minas Gerais (Adenor). O objetivo do encontro é fomentar o crescimento do Norte do Estado com a realização de novos negócios e atração de investimentos, conforme as potencialidades locais. A Adenor visa gerar condições para que os 89 municípios da região avancem de forma sustentável e integrada

O secretário Sergio Barroso participou do debate “Oportunidades e Desafios da Região Norte de Minas”, realizado pela Adenor, para levantar demandas locais e possibilidades de atuação em parceria com a administração pública estadual para viabilizar o crescimento. Durante o evento, lideranças regionais apresentaram a realidade atual e as perspectivas de mudança. “A partir desse momento, a Secretaria assume dois compromissos, firmar um acordo de cooperação com a Adenor, garantindo, inclusive, apoio financeiro, e promover em conjunto iniciativas que possam garantir ganhos econômicos e sociais para a região, além de somar conhecimentos aos negócios aqui realizados”, afirmou.

De acordo com o presidente da Agência, Geraldo Eustáquio Andrade Drumond, a Adenor é uma resposta e contribuição do empresariado aos governos federal, estadual e municipal. “É preciso agir como responsáveis pelo nosso próprio desenvolvimento, de forma planejada, organizada e sinérgica para construir uma realidade melhor”, acredita. 

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Andrea e Aécio Neves a energia do bem com o contem com a gente



 O governador Aécio Neves lançou nesta quinta-feira (19), no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, o programa Conta com a Gente, uma ação do Governo de Minas em parceria com o Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas). O objetivo é apoiar entidades assistenciais que atuam no Estado através da redução dos seus gastos com manutenção. As entidades participantes terão desconto de 25% nas contas de água e luz. Em outra vertente, o Conta com a Gente se propõe a mobilizar sociedade e empresas para apadrinharem as entidades e auxiliarem na redução ainda maior destes custos.

Para participar, os interessados poderão contribuir com qualquer quantia acima de R$ 5,00 mensais, por meio de suas contas de água ou luz, doando para entidades escolhidas. Para se beneficiar, as entidades devem se cadastrar a partir de hoje no site www.contacomagente.mg.gov.br, onde estão disponíveis todas as orientações. Copasa, Cemig e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) são importantes aliados, atuando de forma articulada na execução do programa. O Ministério Público Estadual também apoia o Conta com a Gente.

“Todas as entidades sociais de Minas que se cadastrarem no Conta com a Gente vão contar inicialmente com desconto de 25% nas suas contas de água e luz. Em seguida, estamos criando agora uma grande corrente de solidariedade para conseguir sensibilizar todos os cidadãos, todas as empresas de Minas, para que cada um de nós possa, na sua comunidade, apoiar de perto aquela entidade que ele conhece e cujo trabalho ele respeita. Cada um de nós pode escolher a entidade que participa do programa e doar a partir de R$ 5,00 por mês na sua conta de água ou na sua conta de luz”, explicou a presidente do Servas, Andrea Neves, em entrevista.

O programa está aberto à participação de entidades assistenciais localizadas em municípios da área de concessão da Copasa e Cemig. A expectativa é de que 3 mil entidades se cadastrem no Conta com a Gente.

Aécio e sua carta



A visão de Aécio
 
Merval Pereira
 
Recebi do governador de Minas Gerais, Aécio Neves, pré-candidato à Presidência da República pelo PSDB, a seguinte mensagem, a respeito da coluna de ontem, "Passo em falso", em que critiquei o encontro entre ele e o deputado federal Ciro Gomes, candidato potencial pelo PSB. Como se trata de um depoimento esclarecedor sobre seu processo decisório, num momento fundamental para a
definição do candidato do PSDB, publico a íntegra da mensagem:
 
"Caro Merval, dizem que a política é território onde, em detrimento da verdade, prevalecem as versões.
Hoje, ao ler os jornais, fiquei com o sentimento de que é também o território das interpretações, mais do que o da realidade.
Estou surpreso com a repercussão do meu encontro com Ciro Gomes ontem em Minas.
E por uma única razão: não há nada de novo nele.
O deputado Ciro já esteve por diversas vezes no estado.
Em algumas delas estivemos juntos. Por várias ocasiões ele já reafirmou a possibilidade de retirar a sua pré-candidatura caso a minha venha a se concretizar.
No entanto, em nenhuma dessas ocasiões o assunto mereceu tanta atenção.
A pressa em rotular ou tentar encontrar nesse encontro alguma motivação que pudesse contribuir para as falsas teorias conspiratórias em curso no cenário político fez com que passasse desapercebido o único fato novo ocorrido no encontro: pela primeira vez o ex-ministro vem a Minas e não faz, no estado, nenhuma crítica ao governador Serra.
É claro que isso não foi por acaso. Surpreende que ninguém tenha observado isso, que, se não tem nenhum significado específico quanto à posição de Ciro, certamente revela muito da minha.
Percebo com clareza o esforço feito por alguns no sentido de tentar fazer prevalecer sempre uma visão maniqueísta dos acontecimentos. Por essa ótica, tudo o que eu faço tem como objetivo gerar constrangimentos para o governador Serra, e tudo o que ele faz - ou não faz - tem como objetivo me criar dificuldades.
Serra prefere que a decisão do partido se dê em março? Ora, é para inviabilizar o Aécio, correm a dizer.
O Aécio se encontrou com Ciro? É só para incomodar o Serra, repetem à exaustão.
Essas análises seriam apenas uma forma empobrecida de perceber a realidade política se não terminassem por cumprir uma função: engessar os movimentos do Serra e meus de forma a perpetuar a ideia de um falso antagonismo entre nós.
O governador Serra tem inúmeras razões, todas corretas, para agir da forma que age.
Também eu as tenho.
Nossas iniciativas têm outras motivações. Pergunto: e se eu recebo amanhã, como já recebi inúmeras vezes, a bancada federal de algum partido? Na lógica das análises apressadas, alguém vai dizer: depois de se encontrar com Ciro, Aécio recebe a bancada do partido X para enfraquecer Serra.
E, se a minha agenda política não tiver nenhum encontro que possa ser interpretado do ponto de vista eleitoral, ainda assim alguém pode interpretar:
silêncio de Aécio tem como objetivo pressionar Serra.Tanto o governador Serra como eu temos responsabilidades e não podemos agir ou deixar de agir em função de interpretações.
Não podemos ser reféns de interpretações.
Você se recorda quando, há bem pouco tempo, algumas análises, apesar dos meus reiterados desmentidos, garantiam que eu ia deixar o PSDB? Análises podem se mostrar incorretas. O tempo é que diz. Mas nós, que temos responsabilidades públicas, não temos o direito de errar tão facilmente.
Continuo acreditando que o PSDB precisa ampliar o seu leque de alianças qualquer que seja o nosso candidato. E continuo achando que essas alianças devem ser buscadas no período préeleitoral, no período eleitoral e, certamente, também após as eleições.
A experiência da aliança com o PT em torno das eleições em Belo Horizonte cumpriu um papel importante. Tanto o prefeito Pimentel quanto eu sabíamos que ela estaria necessariamente restrita ao âmbito municipal, uma vez que não há condições políticas de que ela fosse pensada de outras formas.
Digo que ela cumpriu um papel importante - e lembro que existem centenas de alianças municipais PSDB-PT Brasil afora - porque acredito que o processo político não é linear.
Por fim, reitero o que venho repetindo muito ultimamente, por mais ingênuo que possa parecer para muitos: faço política conversando. Com aliados, com possíveis aliados, com adversários. É uma forma de se identificarem espaços e caminhos para a construção de consensos e avanços, embora reconheça que, em algumas circunstâncias, não há como fugir do confronto.
Em Minas, costuma-se dizer que, em política, devem brigar as ideias, não os homens.
Por isso, durante o meu governo, o Palácio das Mangabeiras, residência oficial do governador do estado, vem recebendo deputados, senadores, governadores e ministros de todos os par tidos, inclusive da oposição. À luz do dia.
Pela porta da frente".

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Aécio Neves no equilibrio do centro

O caminho do centro

Por Mauro Santayana/JB OnLine


Filho de João Pinheiro, a quem se atribui a constatação de que "Minas tem o grave senso da ordem", Israel Pinheiro repetia sempre que, em política, só são possíveis as "soluções naturais". A frase de João Pinheiro sempre teve interpretação conservadora - mas o político do Serro havia sido ativo republicano, e foi dos pioneiros do desenvolvimento econômico do Estado, com o estímulo ao ensino profissional, às pesquisas no campo da agricultura e a importação de máquinas. Afastado da política ativa durante alguns anos, criou indústria cerâmica avançada para a época, em Caeté.
O filho, Israel, pragmático desenvolvimentista, foi secretário de Benedicto Valladares, incorporador da Cia. Vale do Rio Doce e construtor de Brasília. Último governador de Minas a ser eleito em 1965, logo em seguida ao golpe, manteve hábil relação com o governo federal, defendendo, com paciência, mas firmeza, os interesses do estado. Idêntica postura teve Negrão de Lima, que se elegeu governador da Guanabara na mesma ocasião. O segredo mineiro da política (ou de uma corrente mineira da política) é a busca do "caminho do meio", que não é, como muitos imaginam, posição de comodismo. Governar pelo centro é conter os arroubos inconsequentes de uns e a reação histérica de outros, na ativa defesa dos interesses permanentes da nação.
Os mineiros sempre buscaram o desenvolvimento de seu estado e do país, e nisso nunca lhes faltou ousadia. Articular os conservadores e os reformistas em torno de um projeto de progresso econômico e social é atitude que sempre tem dado certo. Assim atuou também Juscelino, tanto no governo do estado quanto na Presidência da República.
No governo do estado, ele entendeu que não bastava contar com os parcos recursos orçamentários para retirar Minas do atraso relativo em se encontrava, emperrada pela agropecuária conservadora. Buscou os recursos da poupança privada, mediante a emissão de títulos do estado (apólices do binômio Energia e Transportes). Assim nasceu a Cemig e se abriram as principais rodovias mineiras. Foi-lhe possível fazer tudo isso, porque soube conduzir bem a vida política e convencer os opositores da importância dos projetos que interessavam à comunidade montanhesa.

Essa mesma atitude ele a levou para a Presidência da República. Embora mantivesse os ritos administrativos rotineiros, rompeu a burocracia conservadora da União, criando os grupos interministeriais de trabalho, os famosos "grupos executivos", que se encarregaram de atingir as suas metas de governo, estabelecidas ainda durante a campanha eleitoral. A retórica doutrinária era contida, mas ousada a ação administrativa. Na ação administrativa se expressava o discurso político. Ele discursava com números, prometia com objetivos, regozijava-se com os resultados. Seu marketing (para usar-se esse estrangeirismo incômodo) estava nas imagens do feitor de obras de Brasília, no desbravador da selva, ao lado de Bernardo Sayão, no incansável cobrador de tarefas, muitas vezes madrugada alta, em telefonemas que arrancavam seus auxiliares da cama para saber se determinada tarefa havia sido cumprida.
Se o atual governador de Minas será candidato, ou não, à Presidência, vai depender das volúveis circunstâncias da vida partidária. Mas ele está cumprindo os ritos da velha política montanhesa, ao indicar o caminho do centro. A disputa do poder não pode transformar-se em luta ensandecida, no confronto de posições antagônicas. É certo que haverá açodados, como sempre os houve, defendendo passos insensatos, ou retorno a algumas práticas do passado. Mas não é possível governar nos extremos. Como na barra da balança, o ponto de equilíbrio é o meio exato; como na alavanca, o apoio deve localizar-se no centro do arco de gravidade. Faça-se ou não candidato, eleja-se ou não se eleja, Aécio está dando ao Brasil o velho recado de Minas. O objetivo da política é a soma, a aglutinação das pessoas em torno de projetos para o bem comum. A fronteira do entendimento, na política, é a da soberania do país. Cavalgando essa razão, Aécio não se põe como anti-Lula, mas disposto a avançar no mesmo projeto de Brasil.

Aécio almoçou ontem com Ciro Gomes. O ex-governador do Ceará, que já anunciou sua postulação presidencial, dispôs-se, como se noticiou, a dela desistir - se Aécio for candidato. Conforme apontam as pesquisas, trata-se de um apoio poderoso.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Aécio Neves uma gestão de qualidade na segurança pública no Estado de Minas


O bom exemplo que vem das Gerais
O jornalista Rodrigo Camarão enviou um texto redondo sobre um bom trabalho que está sendo feito pelo Governo de Minas na área de segurança pública e que deveria dar inveja aos técnicos do Instituto de Segurança Pública, que cuida das estatísticas de criminalidade no Rio:

"A cada dois minutos uma pessoa consultou o
 Mapa de Georreferenciamento dos Homicídios de Minas nas primeiras 48 horas de funcionamento. Lançado na quarta-feira passada, no dia 11 de novembro, o mapa já recebeu 1.443 visitas. A nova ferramenta de combate a violência em Minas está disponível a qualquer cidadão no portal da Secretaria de Estado de Defesa Social (www.seds.mg.gov.br <http://www.seds.mg.gov.br/> ) no link (http://geo.defesasocial.mg.gov.br).

Quem acessa o site, enxerga um mapa, estilo Googlemaps, com pontos vermelhos. Cada um desses pontos é um homicídio, clicando nele obtém-se informações sobre data do assassinato, sexo e idade da vítima.

O sistema é semelhante ao usado pelas polícias de Londres, Los Angeles e Nova Iorque. No Brasil, Minas Gerais é o primeiro estado a adotar o modelo. A partir dos inquéritos gerados pelo banco de dados das Polícias Militar e Civil, são repassados as estatísticas para a rede. Até a publicação, é respeitado o prazo de 30 dias para a conclusão da investigação.

A nova ferramenta dará transparência às informações. Para o governo de Minas, o envolvimento da população é uma das formas mais eficientes de prevenção e combate à criminalidade.

Os indicadores mostram que, entre 2003 e 2008, o número de homicídios na capital caiu 19%. Na Região Metropolitana de Belo Horizonte caiu 21,4% e em todo Estado de Minas houve redução de 2,5%.

Entre 2003 e setembro de 2009, o governo do Estado de Minas Gerais destinou R$ 25,4 bilhões à área de Segurança Pública. Desse total, 99,12% dos recursos são do estado e 0,88% repassados por meio de convênios com o governo federal.

Grande parte dos esforços do Governo de Minas foi voltada para a integração das forças de segurança, com maior qualidade nas informações e modernização dos sistemas e logísticas, e para o reaparelhamento dessas forças.

Esses investimentos resultaram na contratação de 11 mil homens desde 2003, totalizando 60.832 homens atualmente na ativa entre policiais civis, militares e bombeiros. Neste mesmo período, o governo do estado adquiriu 7.557 novas viaturas, mais do que dobrando o número de veículos disponíveis e atingindo a marca de 13.072 carros nas ruas."

O que falta ao Instituto de  Segurança Pública para termos acesso a um mapa dos homicídios do Rio e dos outros crimes também? A parceria entre os governos do Rio e de Minas bem que poderia andar mais rápido em favor do Rio, não?

Aécio Neves promove Gestão Verde em Minas

Um choque verde no governo


Os resultados do programa de compras sustentáveis no estado de Minas Gerais representam um dos melhores exemplos brasileiros de uma tendência que cresce em todo o mundo



Por Eduardo Pegurier
12/11/2009

O propalado choque de gestão capitaneado pelo governo de Minas Gerais fez com que o estado saísse de um déficit de 2,4 bilhões de reais em 2003 para um saldo positivo de 3,6 bilhões de reais em 2008. Boa parte dessa reversão foi resultado de um rigoroso corte de custos na máquina pública. Um lado menos conhecido desse programa, porém, começa agora a apresentar resultados. Nos últimos três anos, além de criar critérios de compras com o objetivo de reduzir preços e desperdícios, Minas criou especificações para fazer também as chamadas "compras sustentáveis". Um dos exemplos mais contundentes é o do uso de asfalto-borracha, feito em parte com pneus velhos reciclados e aproveitados sobretudo na pavimentação de rodovias. A utilização do material passou de apenas 3% em 2008 para 12% do total do material aplicado em novas pavimentações no estado neste ano. A troca do material, em conjunto com a centralização de compra de asfalto na estrutura de governo, possibilitou uma economia de 37 milhões de reais em 2008. No mesmo período, o governo mineiro também ampliou o uso de papel reciclado, além de trocar lâmpadas incandescentes por fluorescentes, que consomem menos energia (veja quadro). "O impacto do estado ao criar critérios sustentáveis para fazer suas compras pode ser transformador", diz a secretária de Planejamento e Gestão de Minas Gerais, Renata Vilhena.

Aécio : O Brasil tem jeito

Aécio Neves participa do lançamento do portal da Ong Brasil Tem Jeito
O governador Aécio Neves participou nesta terça-feira, dia 17, em Belo Horizonte, do lançamento do portal “Brasil tem Jeito” (www.brasiltemjeito.com.br), que tem como objetivo valorizar iniciativas de voluntariado, com a identificação pessoas e instituições que se dediquem a essas causas e com suporte a elas, através de orientação técnica para ampliação desses trabalhos. O portal foi idealizada pelo deputado federal Rodrigo de Castro (PSDB/MG), em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). Depois do lançamento, o governador Aécio Neves se reuniu com o deputado federal Ciro Gomes, do PSB.
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Aécio Neves em primeiro lugar diz Revista Istoé


Aécio cresce no jogo


O governador mineiro aparece pela primeira vez à frente de Dilma e Serra em pesquisa do Vox Populi e torna-se alternativa real ao Planalto na visão de empresários, políticos de vários partidos e até ministros de Lula
A cena é uma espécie de batismo para todo candidato a presidente da República. Mas só costuma ocorrer quando o concorrente consegue reunir credenciais realistas para ser o protagonista. Um grupo de seletos 100 empresários, representando boa parte da riqueza produtiva do País, sentados para jantar e ouvir as propostas de um pretendente à cadeira mais importante do Palácio do Planalto. Até agora nenhum dos supostos concorrentes na eleição de 2010 havia ocupado este cenário.

Na segundafeira 9, em São Paulo, um deles, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, fez sua estreia e saiu do palco aplaudido de pé por cinco minutos. Com um discurso de conciliação com os adversários, reconhecimento aos acertos do governo Lula e fidelidade ao projeto do PSDB, sobretudo no caso das privatizações, Aécio ganhou a plateia composta por nomes como Luiz Trabuco (Bradesco), Roberto Ermírio de Moraes (Votorantim), Ivan Zurita (Nestlé), David e Daniel Feffer (Suzano), Horácio Lafer Piva (Klabin), Cledorvino Bellini (Fiat), José Carlos Pinheiro Neto (General Motors), Patrick Larragoiti (Sul América), entre outros.
CONVESCOTES EMPRESARIAIS Aécio ouviu pedidos e conquistou apoios de peso para a sua candidatura à sucessão presidencial
Esta aprovação em público ao nome de Aécio reflete o seu crescimento no jogo da sucessão que já está sendo captado pelas pesquisas eleitorais. Uma delas é uma consulta espontânea feita pelo instituto Vox Po puli por encomenda de um partido da base aliada ao governo federal à qual ISTOÉ teve acesso com exclusividade.
Os números surpreenderam a quem teve acesso ao resultado, inclusive o Palácio do Planalto. Aécio só perdeu para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva que, claro, não é candidato à reeleição. Na cabeça dos dois mil eleitores consultados em todo o País, o nome do governador mineiro está mais forte do que o da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e do governador paulista, José Serra, seu contendor no PSDB pela vaga de candidato.
Ao serem perguntados em quem votarão para presidente - sem que lhes fosse mostrada nenhuma lista -, 13% dos consultados responderam Lula, 11% falaram Aécio, 10% Serra, 6% Dilma. O deputado Ciro Gomes (PSB-CE) ficou com 3%, a senadora Marina Silva (PVAC) com 2% e a vereadora Heloísa Helena (PSOL-AL) com apenas 1%. E 53% responderam que não sabem em quem votarão.
Procurado por ISTOÉ, o diretor do Vox Populi, Marcos Coimbra, recusou-se a comentar a pesquisa, mas confirmou a existência do levantamento, concluído em 2 de novembro. Coincidência ou não, esta semana a candidatura de Aécio ganhou amplitude. Os empresários deixaram o jantar convencidos de que ele disputará o Palácio do Planalto. Mas antes mesmo de ser aplaudido à noite, o governador já havia obtido sucesso ao fazer a palestra "Novos rumos para o Brasil" para outros 300 empresários reunidos pelo grupo Lide em um hotel em São Paulo. Nos dois eventos, Aécio agradou ao defender "um choque de gestão no governo federal", embora tenha deixado claro que o PSDB jamais aceitará a "armadilha" imposta por "um partido e um candidato que se confundem com Estado e governo e que pretendem transformar a disputa em uma eleição plebiscitária".

Aécio Neves e o novo Brasil